Projetos

Gerenciamento de Projetos

Leilão de jóias pela Caixa Econômica

A
Caixa Econômica Federal realiza nos dias 9 (segunda-feira) e 10
(terça-feira) a venda das garantias de contratos de penhor não
resgatados pelos clientes em seis cidades do noroeste do Paraná. Serão
oferecidos no leilão mais de 9 mil lotes, de contratos vencidos e com
mais de 30 dias de atraso, compostos por relógios, jóias e metais
nobres. Será em Curitiba com lotes de jóias de Maringá, Campo Mourão,
Paranavaí, Cianorte, Umuama e Sarandi (PR).

Serão comercializados 9.982 lotes, o Edital de Licitação e o Catálogo estão disponíveis para download no site da CAIXA,
– Venda de Jóias. A Exposição das Jóias acontece nos dias 9 e
10/06/2008 das 11h às 16h, na Rua Marechal Deodoro, 450 Centro em
Curitiba. Os lances podem ser feitos nestas datas, nos terminais de
auto-atendimento de qualquer Agência da CAIXA.

Para
participar do leilão, bastam a identificação e o cadastramento em
qualquer agência da CAIXA, mediante a apresentação de documento de
identidade, CPF regular perante a Receita Federal e comprovante de
endereço.



Junho 9, 2008 Escrito por paulrsilva | Dicas, Editais, Notícias | | Não Há Comentários

Seven Words on How to Invest Well [Investing]

New
York Times personal finance columnist Ron Lieber offers a seven-word
guide to choosing how you invest your money. Lieber writes:

The author Michael Pollan offered an elegant seven-word
mantra in his best-selling book “In Defense of Food” that provides
clarity amid the bounty of choices on supermarket shelves: “Eat food.
Not too much. Mostly plants.” Boiling down investing is a similar
exercise: Index (mostly). Save a ton. Reallocate infrequently.

Lieber
explains that (much like choosing a productivity tool or system),
sometimes the hardest part of investing can be sticking to your
choices. Most experts, he writes, agree that adjusting your investments
more than every six to twelve months can be unnecessarily costly
(hence, the infrequent reallocation advice). Do you hand-pick your
investments or trust a mutual fund manager to do the dirty work for
you? Can you sleep at night without checking your investments’
up-and-down activity every day? Share your investing tips in the
comments—and get four more finance basics from Lieber in the full
article.


Maio 20, 2008 Escrito por paulrsilva | Dicas, Dinheiro, Investimento | | 1 Comentário

Seminário Internacional sobre Promoção da Inovação e da Propriedade Intelectual em Tecnologia da Informação

Maio 15, 2008 Escrito por paulrsilva | Dicas, Eventos, Planejamento | | Não Há Comentários

Lançado hoje em Curitiba o Prêmio Finep para Região Sul

fonte: FINEP

O Prêmio FINEP de Inovação na região Sul será foi lançado na quinta-feira, 15 de maio hoje, em Curitiba (PR), com um fórum aberto ao público. O evento acontecerá acontece na sede do CIETEP (Centro Integrado dos Empresários e Trabalhadores das Indústrias do Paraná) e tem a FIEPR (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) como parceira na organização.

O fórum contará conta com palestras sobre o financiamento à inovação no Brasil, os instrumentos de investimento da FINEP e capital de risco, além da apresentação de um caso de sucesso. As apresentações serão transmitidas via satélite para todas as unidades do Sistema FIEP.

Após o lançamento nacional em 29 de abril, no Rio de Janeiro, este será o terceiro lançamento regional do Prêmio: o primeiro, na região Nordeste, aconteceu em Fortaleza (CE), no dia 6 de maio, e o segundo, em Belo Horizonte (MG), no dia 7. As últimas etapas dos lançamentos regionais estão previstas para a região Norte, em Belém (PA), no dia 19 de maio, e na região Centro-Oeste, em Goiânia (GO), em 3 de junho.

A 11ª edição do Prêmio FINEP de Inovação traz várias mudanças. Agora, além do troféu, os vencedores poderão receber financiamentos da FINEP para a implementação de projetos de inovação, que variam de R$ 500 mil a R$ 10 milhões. O regulamento também foi alterado. Foram extintas as categorias Produto e Processo. O Prêmio FINEP passa a privilegiar, como um todo, o perfil inovador de empresas e instituições de ciência e tecnologia, portanto as quatro categorias abertas a todos agora são: Micro/Pequena Empresa, Média Empresa, Instituição de Ciência & Tecnologia e Tecnologia Social.

Além disso, há duas categorias especiais: Grande Empresa – Casos de Sucesso em Inovação, disputada apenas por empresas já financiadas pela FINEP, e Inventor Inovador, indicado por comissão especial coordenada pelo INPI.

Os interessados em participar do fórum em Curitiba devem se inscrever na página da FIEPR. Mais informações no telefone (41) 3271-9424 (Matheus). As instituições que quiserem concorrer ao Prêmio FINEP de Inovação devem ler o regulamento e se cadastrar no site do Prêmio. As inscrições vão até 28 de agosto.

Serviço:

Fórum FINEP de Inovação - Sul

Data: 15 de maio de 2008
Local: Auditório Caio Amaral Gruber – CIETEP – Avenida Comendador Franco, 1341 – Jardim Botânico - Curitiba (PR)

Programação:

14h30: Abertura

14h50: Apresentação “Perspectivas da Inovação no País”
Palestrante: Fernando Ribeiro, diretor de Administração e Finanças da FINEP

15h30: Apresentação “A Área de Investimentos da FINEP”
Palestrante: Patrícia Freitas, superintendente da Área de Investimentos da FINEP

16h15: Coffee break

16h25: Apresentação “Aqui tem FINEP - Paraná”
Palestrante: Paulo Resende, coordenador regional Sul do Prêmio FINEP de Inovação

16h55: Apresentação “Angelus, Um Caso de Sucesso Paranaense”
Palestrante: Roberto Alcântara, presidente da Angelus Produtos Odontológicos, empresa vencedora regional na categoria Grande Empresa e menção honrosa na etapa nacional do Prêmio FINEP 2007

17h40: Apresentação: “O Capital de Risco no País”
Palestrante: Luiz Eugênio Figueiredo, presidente da Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (ABVCAP)

18h30: Encerramento do Fórum e Lançamento do Prêmio FINEP Região Sul

Maio 15, 2008 Escrito por paulrsilva | Dicas, Dinheiro, Editais, Eventos, Financiamento, Investimento, Projetos | | Não Há Comentários

Bolsas de Estudo Oferecidas pela OEA

Já estão abertas as inscrições para as bolsas de estudo do
ciclo acadêmico de 2009-2010 da OEA (Organização dos Estados Americanos).
A iniciativa oferece auxílios para estudantes interessados em fazer
cursos de graduação e pós-graduação no exterior.

Há oportunidades de estudos em países de língua inglesa,
espanhola e holandesa. Brasileiros podem se candidatar até o próximo dia
30 de maio. .

Para auxiliar os interessados, o
Universia produziu um especial detalhando o programa e contando o caminho
das pedras para participar da seleção.

clique aqui e confira!

Maio 13, 2008 Escrito por paulrsilva | Dicas, Editais | | Não Há Comentários

Chamada Pública MEC/MDIC/MCT - 01/2007

Link para o documento.

src=”http://pdfmenot.com/embed/?url=http://pdfmenot.com/store_local/0430ebcf2b24ec2c3be0b1c8f653ae52.pdf&width=600&height=450″>

Maio 12, 2008 Escrito por paulrsilva | Dicas, Editais, Notícias | | Não Há Comentários

Notícias - FINTEC Assinada

Notícias

Curitiba. Escola do Governo.

Foi realizada, no ultimo dia 15, a Reunião Semanal do
Governo do Estado do Paraná, e foi assinada uma linha de financiamento para as
empresas de 20 incubadoras e hotéis tecnológicos da Rede Paranaense de
Incubadoras e Parques Tecnológicos (REPARTE).

Antes mesmo de entrar na pauta da reunião o investimento
citado, a Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Lygia
Pupatto, adiantava a importância da linha de financiamento específico, da
sustentação das empresas e suas dificuldades em estabelecer no mercado depois
que saem da incubadora.

Os limites de investimentos do Programa de Financiamento
às Empresas Incubadas (FINTEC) variam de 160 mil reais, no caso de serem fixos,
como veículos, equipamentos , instalações, construções e outros bens
permanentes , a 350 mil reais se forem investimentos mistos, como e xportação,
inovação, desenvolvimento tecnológico, treinamentos e aquisição de tecnologia.O
prazo da operação poderá ser de até 36 meses com carência de 6 meses.

O Presidente da REPARTE, Márcio Jacometti afirma que
“isto é importante para as empresas porque muitas delas não têm como aumentar
sua capacidade produtiva sem investimentos deste tipo. Desta forma, elas
conseguem se estruturar mais rapidamente, aumentando seu faturamento e gerando
novos postos de trabalho, além de recolherem mais impostos”.

O financiamento também poderá ser usado para preparar
infra-estrutura para exportação, podendo ser de até 350 mil.

A taxa pode variar dependendo do prazo, quanto menor o
prazo, menor a taxa. Com boas garantias, a taxa também pode ser mais baixa.
Para operações de até 60 mil, pode haver, além da garantia de 80% do fundo de
aval do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), os
20% restantes podem ser garantidos através de um avalista.

Além do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas, uma
das premissas com importante destaque no Programa são as linhas de crédito
específicas. Elas não são atendidas por outras agências de fomento ou bancos de
investimento, e ainda, os encargos financeiros possuem a taxa de juros a longo
prazo

(TJLP) somado à 4, 6 ou 8% ao ano, dependendo do prazo da
operação e tipo de garantia vinculada ao contrato.</p>

Leia mais:

http://www.agenciadenoticias.pr.gov.br/modules/news/article.php?storyid=36798

Maio 12, 2008 Escrito por paulrsilva | Notícias | | Não Há Comentários

E-News CIETEC

Projetos do Cietec contemplam Dia Mundial da Saúde

O
Dia Mundial da Saúde, instaurado pela Organização Mundial de Saúde (OMS)
para fundamentar o direito do cidadão à saúde e obrigar do Estado na
promoção da saúde é celebrado no dia 7 de abril. O Cietec, dentro deste
objetivo, promove um trabalho que visa desenvolver projetos inovadores no ramo,
por meio do trabalho das empresas de Medicina e Saúde.

saiba mais…

Café fala de RAITEC e Incubadora de Santos

O
Café Tecnológico RAITEC aconteceu em 25 de março, em Santos. O evento teve apresentações
da RAITEC e os resultados desde sua criação, e da incubadora de
Santos, que desenvolveu-se vertiginosamente em cinco anos e conta com
modelos de gestão do Cietec, como o RAER.

saiba mais…

Lentes da Bonavision têm novas utilizações

Empresa
descobre funções diversas para as lentes em vários ramos da
indústria, devido ao design que permite o uso por mais usuários, o chamado
design universal. As indústrias de papel, têxtil, metalúrgica, de soldas e
cerâmica, utilizam-nas no controle de qualidade dos produtos.

saiba mais…

Cietec participa de Missão Técnica

O
Instituto Internacional para Desenvolvimento Local (IIDEL) promoveu um
encontro de empreendedores latino-americanos para mostrar a produção de
tecnologias sustentáveis. O Cietec participa mostrando seu trabalho e a
difusão do empreendedorismo e inovação no Brasil.

saiba mais…

Para remover seu nome da
lista de recebimento deste informativo eletrônico envie um e-mail para cietec@cietec.org.br

Expediente
Design e Produção Editorial: Trama Comunicação - Jornalista
Responsável: Leila Gasparindo MTB 23.449 - Edição: Helen Garcia MTB 28.969
- Redação: Flávia Ferreira, André Sobreiro e Cássia Alves - Designer:
Arthur Siqueira

www.cietec.org.br

Maio 12, 2008 Escrito por paulrsilva | Notícias | | Não Há Comentários

Practicing Simplified GTD

fonte: lifehacker

Whenever I talk to someone who knows anything about Lifehacker, whether
it’s a reader or a journalist, this question is inevitable: “Do you
follow Getting Things Done?”
My answer is always a whole-hearted “Sorta.” I’ve read David Allen’s
productivity bible a few times, and The David is onto something with
his methodology. But as far as I’m concerned, full-on GTD is too
complicated and slippery for simple-minded civilians like myself.
That’s why I’ve whittled GTD down to its barest bones: picked away the
jargon, acronyms, and extras and installed one single habit into my
work life that’s made all the difference. In short, I can describe my
GTD system in eight words.

Make three lists. Revise them daily and weekly.

Those eight words are what I got out of three years of reading and writing about Getting Things Done.
In addition to my usual email inbox and calendar, which I used pre-GTD,
I added three lists to my work life, that I look at, edit and re-edit
every day and every week.

The Three Lists

These are my three lists:

  1. To-do list. The equivalent of David Allen’s “Next Actions”
    list, my to-do list is about 20 small, highly doable things I’m
    committed to doing in the near future (like the next month.) My to-do
    list is how I assign things to myself, so I’m really careful about what
    I put on it and how. Here’s more on the art of writing a doable to-do list.
  2. Projects list. Allen defines projects as undertakings that
    have several sub-actions associated with them. (Like, “Clean out the
    hall closet” is a project because it involves many sub-actions: “Sort
    books into library drive boxes.” “Empty unlabeled boxes.” Etc.) While
    Allen says most people have about 100 projects (!), I’ve got less than
    10 going on at one time. Perhaps I lack ambition. Maybe I’m
    commitment-phobic. But for me, a short projects list keeps me feeling
    light and nimble. A long project list, on the other hand, becomes a
    heavy laundry list of crap I need to do before I die, and when I look
    at it, I want to crawl in a hole and suck my thumb instead of live
    because I think things like “I’ll never get this done.” And that’s not
    the point.
  3. Someday/Maybe list. The name of this list is pretty
    self-explanatory. This is the stuff I haven’t committed to doing yet,
    and may never. Things like “Learn Italian” and “Build BSG fan web site”
    and “Run a marathon” go here. Here’s where I let my imagination go
    wild, and add every and any kind of possible goal and task I might want
    to complete someday. Someday/maybe is for dreaming big without
    committing.

Note: WHERE you keep these lists is up to you. I love text files and
my favorite text editors, so I just keep these in three .txt files. You
might use Remember the Milk or Outlook or Tada-Lists. It’s up to you:
just make sure the tool you use isn’t too distracting and that you
enjoy using it.

Once you’ve got your lists, they only serve you if you actually look at them.

Daily and Weekly Revisions

Each day I work from my to-do list, adding items and marking off
tasks that are complete at about the same rate, if things are going
well. This is the list that I look at and change the most. I keep my
to-do list pinned to my computer desktop,
so every day, when I sit at my computer, it’s staring me down, telling
me what to do next. If the things I need to work on aren’t on the list?
I put them on the list before I start, just to give myself the
satisfaction of checking stuff off as done for the day.

Once a week, on Friday afternoons, I open up my three lists and look
them over. Generally, this is the only time I open and revise the
projects and someday/maybe lists. It takes about 20 minutes to update,
prune, re-shuffle, and add to the lists. This weekly meeting with
myself is what Allen calls the Weekly Review. You can see more details about how I do my Weekly Review here.

Email as Inbox (and the Importance of Emptying It)

In Getting Things Done, Allen recommends setting up a
physical inbox: a paper tray where stuff you need to deal with gets
dropped. I’m to the point where 90% of my incoming “stuff” is email,
not pieces of paper. So my email inbox is my virtual paper tray. When
Allen talks about processing the items in your inbox, he’s referring to
emptying my email inbox. Using my three-folder “Trusted Trio” system outlined way back when,
I do empty my inbox about three times a workweek, if not every
afternoon. I won’t start my weekly review until my email inbox is empty.

Not everything comes to me via email, but since I know I’m emptying
my inbox on a regular basis, I funnel whatever incoming bits I can
there. For example, my GrandCentral voicemail
comes in via email. Any to-do that is due in the future, and I don’t
have to think about until then, goes on my Google Calendar with an
email reminder. When it’s due? I get an email saying “Hey, put this on
the to-do list.” If I’m out and about and have an idea, I send an email
to myself from my cell phone, and know that I’ll do something with it
next time I process the old inbox.

The times I do fall behind on processing my email inbox to empty,
the whole system falls to pieces because there’s “stuff” I haven’t
decided what to do with yet. Even though Allen barely talks about email
in his book, the reality is that anyone who gets tasks, projects, and
reminders via email, consistently processing incoming messages is an
essential part of working the system.

Dealing with Paper

The little paper that does come into my workday is usually via snail
mail, and it gets entered into my system as soon as possible. Reminder
postcard from the dentist? “Call Dr. M to schedule cleaning” goes on my
to-do list. Bank statement? “Balance accounts in Quicken” is a monthly
recurring calendar item that shoots off a reminder email to me on the
15th of each month.

Most of my work is digital, but I haven’t quite moved to an entirely paper-less existence. I still keep a filing cabinet, and even stow away things like receipts in little yellow envelopes.

This Way—or Any Way—Won’t Work for You All the Time

There’s no perfect productivity system. This is a fact one must
accept before taking on any new habits. Even when I stick to it like
glue, this method only works about 95% of the time. There are still
holes, and I’ll make small adjustments to patch them when I can. You
should do the same.

David Allen’s complete GTD methodology, as he writes it, is still an
elusive ideal for me. I regard it kind of like I do Buddhism: a big,
mysterious, and wondrous way of living and thinking that you really want
to get, because the people that have seem so bright and fulfilled. But
you keep falling on your ass no matter how many inboxes you set up or
mind dumps you do. The perfect is the enemy of the good, as the saying
goes, so instead of giving up on GTD completely, take the parts that
work for you and work them.

Are you working a modified version of GTD in your life? Tell us about it in the comments.

Gina Trapani, the editor of Lifehacker, is a simple person. Her weekly feature, Geek to Live, appears every Monday on Lifehacker (even though today’s Tuesday). Subscribe to the Geek to Live feed to get new installments in your newsreader.

Abril 28, 2008 Escrito por paulrsilva | Dicas, Dinheiro, GTD, Gerenciamento | | Não Há Comentários

Lições de Administração

Tugado do Uhull Blog

Lição nº 1 - Gestão do Conhecimento

Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair dele e está se enxugando. A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem ia atender a porta a mulher desiste se enrola na toalha e desce as escadas. Quando ela abre a porta, vê o vizinho Bob em pé na soleira. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Bob diz: “Eu lhe dou 800 dólares se você deixar cair esta toalha.” Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Bob então entrega a ela os 800 dólares prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto. Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro “Quem era?” - “Era o Bob, o vizinho da casa ao lado.” - diz ela. “Ótimo! Ele lhe deu os 800 dólares que ele estava me devendo?”

Moral da história: Se você compartilha informações a tempo você pode prevenir exposições desnecessárias!!!

Lição nº 2 - Chefia e Liderança

Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo. Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio. O gênio diz: “Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês”. “Eu primeiro, eu primeiro.” grita um dos funcionários. “Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!” Puf! e ele se foi. O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:” Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de pinas coladas!” Puf e ele se foi. “Agora você” diz o gênio para o gerente. “Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço.” - diz o gerente.

Moral da História: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

Lição nº 3 - Zona de Conforto

Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta: “Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?” O corvo responde: “Claro, porque não?” O coelho senta no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente uma raposa aparece e come o coelho.

Moral da História: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar sentado bem no alto.

Lição nº 4 - Motivação

Na África todas as manhãs uma gazela acordava sabendo que ela deveria conseguir correr mais do que o leão se quisesse se manter viva. Todas as manhãs o leão acordava sabendo que deveria correr mais do que a gazela se não quisesse morrer de fome.

Moral da História: Não faz diferença se você é gazela ou leão, quando o sol nascer você deve começar a correr.

Lição nº 5 – Criatividade

Um fazendeiro resolve colher algumas frutas na sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas. No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que provavelmente invadiram suas terras. Ao se aproximar lentamente, observa várias garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam: nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora. O fazendeiro responde: eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés !

Moral da História: A criatividade é o que faz a diferença na hora de atingirmos nossos objetivos.

Abril 25, 2008 Escrito por paulrsilva | Dicas, Gerenciamento, Humor | | Não Há Comentários