Projetos

Gerenciamento de Projetos

Cinco dicas para iniciar um novo negócio


Tungado do Blog Marketing Empreendedor

1. Só porque sua mãe e seu melhor amigo pensam que é uma boa idéia, isso não quer dizer que seja “a verdade”.

Quando você estiver na fase da “idéia” do novo negócio, divida com o maior número possível de pessoas, principalmente para “potenciais clientes”.  Divida com estranhos. Divida com empreendedores de sucesso, se possível com alguém que conheça do ramo de atividade. Divida com especialistas em novos negócios, consultores.                             E o MAIS IMPORTANTE: Converse com POTENCIAIS CLIENTES.

2. Existe uma grande diferença entre uma hipótese de potencial mercado para um produto ou serviço e um “mercado testado”.

Nunca inicie um negócio baseado apenas em um pressuposto de que consumidores irão comprar seu produto ou serviço. Só porque você criou o melhor “suporte para copos” já produzido na história da humanidade, isso não significa que consumidores o comprarão. Volte a idéia de “Converse com POTENCIAIS CLIENTES” e teste sua hipótese, quanto mais você testar mais assertividade você terá. Você não imagina quantas idéias e sugestões irá encontrar nessas conversas.

3. Apaixone-se por sua idéia

Apaixone-se por sua idéia de negócio, mas não case com ela ainda. Conheço muitos empreendedores que estão apaixonados por suas idéias de negócios, por suas empresas de tal forma que não conseguem se dar conta de que essa “paixão” está lhes fazendo mal, simplesmente por ser uma má idéia de negócio.  Se “todo mundo” está lhe dizendo que não é uma idéia tão boa assim, ou que é uma má idéia – será que todos estão errados e só você está certo? Não se apegue a esses pensamentos, siga em frente, adapte sua primeira idéia ou até mesmo tente outro modelo de negócio!

4. Iniciar um novo negócio é mais simples do que você imagina. Manter um novo negócio é muito mais difícil do que você pode imaginar.

Iniciar um novo negócio é realmente muito simples. Centenas, milhares de novas empresas são abertas no Brasil todos os anos. Mas grande parte destas “quebram” nos primeiros anos de atividade. Uma vez aberta a empresa, busque sempre conselho de empreendedores mais experientes, consultorias, treinamento, estude muito. Estude seus concorrentes e busque se diferenciar deles, você deve fazer algo diferente dos seus concorrentes e algo melhor que eles. Ouça seus clientes com muito cuidado e atenção, eles são seu bem mais precioso e uma fonte inesgotável de informações e o melhor de tudo: Eles fazem isso de graça. Coloque muita força e disposição para “tocar” o seu negócio, não existe segredo, o resultado que você irá alcançar depende do tamanho do esforço que fizer.

5. Agora o mais importante: Busque a felicidade sempre!          

Certa vez ouvi de um amigo que trocou uma carreira de sucesso em um grande banco pela vontade de empreender, que devemos sempre buscar a felicidade. Esse conselho faz todo sentido para mim e me esforço sempre para buscar a felicidade, em tudo o que faço. Penso que só acumular riquezas e status social é muito pouco para uma vida, por tanto: Busquem a felicidade sempre!

agosto 14, 2013 Publicado por | Uncategorized | , , | Deixe um comentário

O uso estratégico das patentes em domínio público


Fonte: Revista Perspectiva ISAE - edição de Agosto de 2013

99,7% do conhecimento mundial é de livre uso no Brasil

Crédito: SXC

Os documentos de patentes contêm conteúdo exclusivo

A maioria das empresas brasileiras ainda acredita que inovação só é possível em grandes empresas que possuem recursos materiais, técnicos e humanos disponíveis para realizar investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). No entanto, a P&D representa apenas uma das fontes de inovação. Existem outras formas de inovar, tais como a pesquisa em Bancos de Patentes e, mais especificamente, as informações contidas nesses nestes documentos, que na maioria das vezes, não possui proteção no Brasil. Tal mecanismo é tão poderoso quanto negligenciado pelas empresas brasileiras.

Para ter uma ideia, do montante do conhecimento acessível desta forma, dados da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) mostram que o número de patentes concedidas no Brasil representa apenas 0,3% do número de patentes concedidas no mundo. Ou seja, aproximadamente 99,7% do conhecimento que tem dono no mundo são de livre utilização no Brasil.

Além disso, diversos estudos demonstram que por volta de 80% do conteúdo contido nos Bancos de Patentes não é revelado por nenhum outro meio de comunicação. Ou seja, os documentos de patentes contêm conteúdo exclusivo, que não é divulgado por nenhuma outra fonte.

As tecnologias em domínio público não são apenas aquelas cujo período de vigência da patente expirou, mas também aquelas em que os pedidos foram arquivados por falta de pagamento de taxas e, especialmente, as que não foram depositadas no Brasil por seus titulares por qualquer razão. Tecnologias não protegidas no Brasil ou em domínio público são de livre utilização para quem quiser explorá-las, Sem necessidade de pedido de licença, pagamento de royalties ou qualquer outra formalidade.

É claro que o conhecimento em domínio público não poderá ser patenteado no Brasil, a menos que se realize algum aperfeiçoamento ou alteração significativa.

Os Bancos de Patentes podem ser acessados gratuitamente, via internet, por qualquer interessado nos bancos de patente públicos. Mas, para os projetos de maior porte, vale a pena contratar um profissional experiente da área, que realize as buscas em softwares comerciais, que permitem acesso a um maior número de informações, de forma mais selecionada.

Logo, aflora a importância da utilização desse mecanismo como forma de alavancar a inovação nas empresas e, por consequência, do país, extremamente acessível às empresas de todos os portes e setores econômicos.

agosto 12, 2013 Publicado por | Uncategorized | , , , | 1 Comentário

Business Model Canvas


Ferramenta de modelagem de negócios essencial para startups, aceleradoras e empresas ampliando ou reavaliando seu mercado e linha de atuação

outubro 24, 2012 Publicado por | Uncategorized | , , , | 2 Comentários

BB lança linha de crédito para projetos destinado à Copa do Mundo


Fonte: UOL Notícias

SÃO PAULO – O Banco do Brasil anunciou nesta quarta-feira (17) uma linha de crédito destinada às pequenas e médias empresas que pretendem desenvolver projetos relacionados à Copa das Confederações, em 2013, e à Copa do Mundo, em 2014.

A linha denominada de FAT Turismo estabelece taxa de juros a partir de TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) mais 4,5% ao ano (equivalente a partir de 0,82% ao mês).

O prazo de pagamento varia conforme a destinação dos recursos. Para financiamento de investimentos, o prazo é de 84 meses, incluídos até 24 meses de carência. Para giro de capital, é de até 36 meses, sendo até 12 meses de carência. O teto financiável para capital de giro é de até R$ 500 mil, e até R$ 1,5 milhão para investimentos. Recursos do FAT A linha contará com recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e é destinada às empresas que faturaram anualmente até R$ 25 milhões.

Para o diretor de Micro e Pequenas Empresas do BB, Adilson do Nascimento Anísio, “com o FAT Turismo, que complementa o amplo portfólio de crédito, o Banco do Brasil cumpre seu papel de apoiar o desenvolvimento do País, colocando-se ao lado das empresas envolvidas nos importantes projetos de infraestrutura em andamento, contribuindo para geração de emprego e renda”.

outubro 18, 2012 Publicado por | Uncategorized | , , , | 1 Comentário

HijackThis agora é software livre


Fonte: Notícias do Linux Blog

A Trend Micro publicou o código-fonte de sua ferramenta gratuita anti-malware, o HijackThis (HJT), no Sourceforge sob uma licença GPLv2, e diz que continuará mantendo o código original mas também incorporando modificações da comunidade.

Esta ferramenta baseada em Visual Basic escaneia o registro e arquivos de inicialização de PCs Windows por evidência de infecção por pestes maliciosas.

Baixe binário ou código-fonte em http://sourceforge.net/projects/hjt/
Mais na fonte: http://www.h-online.com/security/news/item/HijackThis-now-open-source-1437743.html

fevereiro 22, 2012 Publicado por | artigo, Notícias | , , , | Deixe um comentário

Chicago fecha em baixa de 11 cents, por clima e novo relatório do USDA


Fonte: Boletim Trigo e Farinhas
atendimento@trigoefarinhas.com.br

 

A cotação de Mar/12 do trigo brando negociado no mercado futuro de Chicago fechou a $ 6.36,75 nesta terça-feira, em baixa de 11 cents/bushel, a meio caminho entre a mais alta, 13,50 cents acima e a mais baixa, 11,50 cents abaixo. O pregão começou mais alto, seguindo o fechamento mais alto do pregão noturno, mas notícias sobre chuvas nas áreas plantadas com trigo nos EUA e, principalmente, rumores de que a alta da última sexta-feira foi excessiva, inverteram a tendência altista. Também pesou muito sobre as decisões dos investidores os rumores no mercado de que o USDA Outlook Forum, que deverá sair nesta semana, poderá projetar números negativos para o trigo. Os fatores positivos do dia, como queda do dólar, alta do ouro, do petróleo e outras commodities, além da volta do frio sobre os campos de trigo da Europa e o bom volume das inspeções para exportações, que ficaram em 22,15 milhões de bushels, bem acima das expectativas do mercado e da média de 15,9 m/b necessária para se atingir os objetivos anuais do USDA limitaram as perdas.

No flanco externo a Algéria está licitando 120 mil toneladas de trigo industrializável, de qualquer origem. As autoridades dos respectivos países anunciaram que a Coréia do Sul comprou 35 mil toneladas da Austrália durante o fim de semana. No Cazaquistão, as autoridades anunciaram de que a produção de grãos (a maioria trigo) deverá ser de apenas 13-15 milhões de toneladas, contra 27 milhões do ano passado. Por outro lado, o Paquistão anunciou que poderá exportar 1,5 milhão de toneladas em 2012, depois de três anos de exportação zero.

O relatório seminal do COT sobre as posições líquidas indicou que os Não-Comerciais (Fundos e Especuladores) aumentaram para 50.614 seus contratos vendidos, cerca de 12.877 a mais do que a semana anterior,enquanto que o conjunto (Non-Commercial and Noreportable) atingiu 71.109 contratos, 12.625 a mais do que a semana anterior.
O volume do dia atingiu 121.987 contratos, contra 98.344 do dia anterior. O volume em aberto ficou em 458.667 contratos, -245 a menos do que o dia anterior.

fevereiro 22, 2012 Publicado por | Notícias | , , | Deixe um comentário

Uso intensivo de processador no Mac Book Air – No calor seu Mac pode virar um PC


Recentemente percebi que o uso do processador do meu MacBook Air – processo ” Kernel_Task ” – estava acima dos 100%, chegando a 150% do uso da máquina. O resultado é que ficava impossível usar qualquer aplicativo no computador.

Ocorre que estamos entrando no verão (ontem estava 31º C) e também percebi que a máquina estava extremamente quente. Observe-se que em virtude do tamanho reduzido a ventoinha de resfriamento da mac air é bastante pequena, existe pouco espaço para dissipar o calor e quase nenhuma entrada de ar no aparelho. 

Também é fato que os computadores (principalmente laptops) da Apple esquentam bastante mais que os PC’s, por uma série de razões. BINGO!! Descobri o problema da lentidão e uso extremo do processador no meu MacBook Air… Fui na geladeira, coloquei alguns cubos de gelo em um saco plástico, fechei bem e coloquei embaixo da máquina para testar minha teoria: Assim que o computador esfriou o uso de processamento do ‘kernel_task’ caiu para 5% (!!!).

A pergunta é: O que acontece?

Simples: O ‘kernel_task’ é responsável, entre outras coisas, pelo gerenciamento do processador no Mac… No caso de aquecimento extremo, por segurança (para evitar a queima do processador) , ele corta metade da velocidade do clock para que o computador esfrie. O desempenho do Mac Air cai de 1.67Ghz para 800Mhz… Mas isto não é tudo: Se ainda assim a máquina continuar quente (e isto ocorre com bastante frequencia) o ‘kernel_task’ irá inserir ‘pausas’ no processador para forçar o esfriamento e evitar que a máquina queime. 

O resultado é um monte de intervenções prioritárias no kernel da máquina (com um alternar constante de 1.67ghz para 800mhz ou inserção de pausas no processador), diminuição de velocidade e desempenho reduzido. Ou seja, no calor do inferno seu Mac vira um PC.

Como resolver o problema?

Se você não pode ir para a Islândia ou colocar sua máquina do lado do ar-condicionado, seguem algumas dicas simples:

1) Evite trabalhar com seu computador em superfícies de tecido (sofás, camas, etc). Se o fizer lembre de deixar um espaço embaixo do computador para entrada de ar (sim, parece incrível, mas a entrada da ar do MacBook air é embaixo do aparelho);

2) Evite o uso do Flash (não era balela do Jobs, não: O Flash acessa o processador de maneira desproporcional, aumenta o uso da CPU e esquenta ainda mais o aparelho… Esta é uma das razões pelas quais diminuí o tempo da bateria). O uso de um aplicativo para controlar e/ou desligar o Flash é interessante… Vale a pena dar uma olhada no FlashFrozen.

3) Considere instalar um gerenciador para aumentar a velocidade da ventoinha de resfriamento de sua máquina… O smcFanControl é a melhor alternativa que encontrei disponível.

4) Faça como eu e coloque seu computador em cima de cubinhos de gelo.


dezembro 21, 2011 Publicado por | artigo, Dicas | , , , , | 3 Comentários

APAGÃO DE TALENTOS: Como ser uma luz nesta escuridão?



*Odilon Medeiros

O Brasil está numa em uma ótima fase no que se refere aos aspectos ligados à produção. Duvida? Então, consulte os dados recentes do IBGE. Eles apontam para o fato de que, a atividade industrial, em nível nacional no primeiro semestre expandiu 1,7% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

O aumento na produção, quase sempre, representa novas contratações e, ao mesmo tempo, mais investimentos em desenvolvimento tecnológico, independente da área. Esses novos processos precisam de pessoas capacitadas para conduzi-los de modo a trazer retorno sobre o investimento realizado. Mas, onde estão esses profissionais? Difícil encontra-los…

Para que se possa ter uma ideia, no Brasil, a falta de profissionais qualificados é a maior preocupação de 71% dos CEOS entrevistados na pesquisa “Global CEO Sudy 2010”, realizada pela IBM.

E o que é pior: há uma carência geral, já que engloba profissionais de todas as áreas e de todos os níveis.

Devido a essa situação, está havendo um movimento de certa forma, inusitado. Estrangeiros, inclusive de países do primeiro mundo, estão aprendendo o português e querendo vir morar no Brasil para aproveitar essas oportunidades.

Neste cenário, surge um questionamento: como os profissionais brasileiros podem tirar proveito desta situação? E a resposta é: investindo na sua empregabilidade. Para fazer isso, o primeiro passo é ter consciência de que o profissional é quem é o responsável pelo desenvolvimento da sua carreira. Aquela época na qual apenas a empresa investia no desenvolvimento do profissional passou. O problema, nesta situação, é que muita gente não se deu conta desta mudança e ainda está aguardando que chegue alguém para investir na sua carreira.

A partir desta consciência, é importante fazer cursos, seminários ou palestras, ler muito sobre o ramo que deseja atuar, trabalhar bem o seu marketing pessoal, investir no networking, fazer cadastramento em grupos virtuais de relacionamento profissional e investir na comunicação. Ser proativo, dinâmico e auto motivado. É fundamental lembrar de fazer tudo isso com seriedade e comprometimento e buscar apresentar diferenciais.

Atualmente existem muitas maneiras de reduzir esse apagão: cursos a distancia (EAD), aumento do número de instituições de ensino, flexibilização nos pagamentos dos valores das mensalidades, etc. Tudo para facilitar a vida de quem não tem tempo, não tem dinheiro, não tem…, não tem…, não tem… E tem um monte de desculpas para dar.

Saiba que qualquer pessoa pode contribuir para acabar com esse apagão. Inclusive você.

Assim, seja a luz que as empresas procuram!

Odilon Medeiros – Mestre em Administração, Especialista em Psicologia Organizacional, Pós-graduado em Gestão de Equipes, MBA em Vendas, consultor e palestrante nacional sobre tópicos ligados à gestão com pessoas. www.odilonmedeiros.com.br 

novembro 29, 2011 Publicado por | artigo | , , | Deixe um comentário

Um novo e revolucionário conceito de tecnologia de informação


Autor: Millôr Fernandes

Na deixa da virada do milênio, anuncia-se um revolucionário conceito de tecnologia de informação, chamado de Local de Informações Variadas, Reutilizáveis e Ordenadas -L.I.V.R.O. 

L.I.V.R.O. representa um avanço fantástico na tecnologia. Não tem fios, circuitos elétricos, pilhas. Não necessita ser conectado a nada nem ligado. É tão fácil de usar que até uma criança pode operá-lo. Basta abri-lo! 

Cada L.I.V.R.O. é formado por uma seqüência de páginas numeradas, feitas de papel reciclável e capazes de conter milhares de informações. As páginas são unidas por um sistema chamado lombada, que as mantêm automaticamente em sua seqüência correta. 

Através do uso intensivo do recurso TPA – Tecnologia do Papel Opaco – permite-se que os fabricantes usem as duas faces da folha de papel. Isso possibilita duplicar a quantidade de dados inseridos e reduzir os seus custos pela metade! 

Especialistas dividem-se quanto aos projetos de expansão da inserção de dados em cada unidade. É que, para se fazer L.I.V.R.O.s com mais informações, basta se usar mais páginas. Isso, porém, os torna mais grossos e mais difíceis de serem transportados, atraindo críticas dos adeptos da portabilidade do sistema. 

Cada página do L.I.V.R.O. deve ser escaneada opticamente, e as informações transferidas diretamente para a CPU do usuário, em seu cérebro. Lembramos que quanto maior e mais complexa a informação a ser transmitida, maior deverá ser a capacidade de processamento do usuário. 

Outra vantagem do sistema é que, quando em uso, um simples movimento de dedo permite o acesso instantâneo à próxima página. O L.I.V.R.O. pode ser rapidamente retomado a qualquer momento, bastando abri-lo. Ele nunca apresenta “ERRO GERAL DE PROTEÇÃO”, nem precisa ser reinicializado, embora se torne inutilizável caso caia no mar, por exemplo. 

O comando “browse” permite fazer o acesso a qualquer página instantaneamente e avançar ou retroceder com muita facilidade. A maioria dos modelos à venda já vem com o equipamento “índice” instalado, o qual indica a localização exata de grupos de dados selecionados. 

Um acessório opcional, o marca-páginas, permite que você faça um acesso aoL.I.V.R.O. exatamente no local em que o deixou na última utilização mesmo que ele esteja fechado. A compatibilidade dos marcadores de página é total, permitindo que funcionem em qualquer modelo ou marca de L.I.V.R.O. sem necessidade de configuração. 

Além disso, qualquer L.I.V.R.O. suporta o uso simultâneo de vários marcadores de página, caso seu usuário deseje manter selecionados vários trechos ao mesmo tempo. A capacidade máxima para uso de marcadores coincide com o número de páginas. 

Pode-se ainda personalizar o conteúdo do L.I.V.R.O. através de anotações em suas margens. Para isso, deve-se utilizar um periférico de Linguagem Apagável Portátil de Intercomunicação Simplificada – L.A.P.I.S. Portátil, durável e barato, o L.I.V.R.O. vem sendo apontado como o instrumento de entretenimento e cultura do futuro. Milhares de programadores desse sistema já disponibilizaram vários títulos e upgrades utilizando a plataforma L.I.V.R.O. 

novembro 20, 2011 Publicado por | Texto | , | Deixe um comentário

Governo trabalha por ajustes em seis aspectos do Código Florestal


 

 (Fonte/ Agência Senado via  consultoriaflorestal.org)

O governo reconhece avanços no projeto de novo Código Florestal a partir das mudanças já aprovadas no Senado, mas ainda espera que sejam feitos ajustes antes da votação final do texto, conforme afirmou Bráulio Ferreira Dias, secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente.

Na opinião do secretário, pelo menos seis aspectos precisariam ser melhorados: incentivos econômicos para manutenção de florestas; parâmetros para a recuperação de mata ciliar; regramento para suspensão de multas por desmatamento ilegal; critérios para compensação florestal; estímulos para recuperação de área degradada; e normas para evitar incêndios florestais.

Quanto aos incentivos econômicos, Bráulio Dias pondera que o projeto de novo Código Florestal (PLC 30/2011) não pode avançar na identificação de fontes para a concessão dos benefícios, por ser essa uma prerrogativa do Executivo. No entanto, ele considera possível incluir no texto critérios para nortear a implementação de incentivos para os que cumprem a lei florestal.

- Seria injusto estabelecer mecanismos apenas para estimular a recuperação. Temos que estimular também todos aqueles que mantêm as florestas – disse.

Essa também é a opinião de José Carlos Carvalho, ex-ministro do Meio Ambiente e superintendente-geral da Fundação Amazônia Sustentável. Ele entende que o pagamento por serviços ambientais deve ser direcionado aos agricultores que protegerem as Áreas de Preservação Permanente (APP) e de reserva legal. Para o ex-ministro, os produtores interessados em recompor áreas desmatadas poderão se beneficiar de outros instrumentos, como condições favoráveis de crédito, por exemplo.

Recuperação de APP

Entre as expectativas do governo está um dos aspectos polêmicos do novo código: os parâmetros mínimos para recomposição de APPs ao longo dos rios. O substitutivo em exame no Senado já prevê obrigação de o proprietário que desmatou recompor pelo menos 15 metros de mata ciliar em rios com até dez metros de largura. No entanto, de acordo com Bráulio Dias, o governo quer incluir regras também para rios mais largos.

Nesse sentido, o presidente da CMA, senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), apresentou emenda propondo faixas de mata a serem recuperadas, em dimensões que variam conforme a largura dos rios. O parlamentar busca acordo entre os senadores para incluir a emenda no relatório sobre o projeto que o senador Jorge Viana (PT-AC) apresentará na CMA, onde o texto tramita neste momento.

O projeto já recebeu substitutivo do senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), aprovado nas Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), de Agricultura (CRA), e de Ciência e Tecnologia (CCT). Jorge Viana deverá apresentar amanhã o seu relatório na CMA e o texto deverá ser votado no dia 22, seguindo então para o Plenário.

Regularização de atividades em APPs

O governo também defende regras mais claras quanto aos aspectos práticos dos Programas de Regularização Ambiental (PRAs). Esses programas devem balizar as ações necessárias a tornar regulares as chamadas áreas consolidadas em APPs, ou seja aquelas em que foram desenvolvidas atividades agrícolas de maneira irregular ao longo dos anos. Conforme Bráulio Dias, a manutenção de áreas consolidadas não pode comprometer as funções ecológicas das APPs.

- Se perdermos o solo, a água, a biodiversidade, os recursos genéticos, e os polinizadores, a própria atividade agrícola se torna insustentável – alertou ele.

Já a preocupação de André Lima, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, e de Roberto Smeraldi, diretor da organização Amigos da Terra, é com o risco de a suspensão das multas com a criação dos PRA se traduzir em anistia. Para eles, o benefício deve estar atrelado ao compromisso de recomposição da vegetação.

André Lima lembra que legislação em vigor desde 1998 estabelece como crime a ocupação de APP, sendo incorreto regularizar de forma geral essas ocupações.

- A consolidação de uso de áreas abertas precisa ser restrita, principalmente em bacias hidrográficas que já estejam comprometidas – opinou.

Compensação

Quanto à possibilidade de compensação de área desmatada em propriedade fora do estado onde ocorreu o desmatamento, Bráulio Dias considera necessário o aprimoramento dos critérios para permitir a compra de nova área ou de cota de reserva florestal.

- Originalmente, a previsão era que isso fosse feito dentro da microbacia, mas constatou-se que seria muito restritivo. Mas também não se pode ampliar em demasia. A definição de critérios é essencial para que isso seja implementado de forma correta.

O secretário também defendeu a inclusão de estímulos à ampliação do uso de recursos florestais, à agregação de valor e à estruturação de mercados de produtos ou subprodutos florestais.

- A Floresta Amazônica, por exemplo, não será sustentável se continuar sendo exportadora de matéria prima. Temos que estimular a agregação de valor e gerar emprego e renda, valorizando a floresta e seu aproveitamento – afirmou.

 

novembro 16, 2011 Publicado por | Notícias | , , , , , | Deixe um comentário

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 99 outros seguidores