Projetos

Gerenciamento de Projetos

Atenção: 50% do Mercado de Ações Vai Entrar em Colapso


Fonte: Money News
Tradução/Versão: Paulino R. e Silva

É apenas uma questão de tempo antes do mercado de ações desabar em 50% ou mais, de acordo com vários especialistas respeitados no mercado financeiro.

“Nós não temos o direito de sermos surpreendidos por uma eminente e severa quebra no mercado de ações”, explica Mark Spitznagel, gestor de um fundo hedge famoso por ter rendido bilhões de dólares ao apostar na crise de 2008. “Na verdade, nos  definitivamente devemos esperar por isto”.

Infelizmente Spitznagel não é o único.

“Nós estamos em uma bolha de ativos financeiros gigantesca”, alerta o consultor  e gestor de fundos suíço Marc Fabor“. “E ela pode explodir a qualquer momento.”

Faber não hesita em colocar a culpa nas gigantescas políticas do governo do Presidente Americano, Barack Obama, e em suas políticas de baixa taxa de risco da Reserva Federal, que, segundo ele, “penaliza aqueles que recebem rendimento e os que poupam – porque nossos pais são forçados a especular em ações e no mercado imobiliário e tudo mais neste cenário?”

O bilionário investidor Warren Buffet parece estar se preparando para quebra generalizada também. O “indicador Warren Buffet”, também conhecido como “Indicador Geral de Mercado em Relação ao PIB”, está noticiando um status para venda imediata de ações e um colapso pode ocorrer a qualquer momento.

Então, com um choque inevitável iminente, o que os investidores de Main Street fazem? Uma opção é vender todas suas ações e guardar o dinheiro embaixo do colchão; outra opção é arriscar tudo e enfrentar a tempestade.

Mas, de acordo com Sean Hyman, fundador da ‘Absolute Profits’, existe uma terceira opção.

“Existem setores específicos do mercado que tem garantias de um bom desempenho nos próximos meses”, explica Hyman. “Sair do mercado de ações agora pode sair caro.”

Mas como Hyman pode ter certeza?

Ele tem acesso à agenda sigiloso de Wall Street que ultrapassou o mercado em 250% desde 1968. Esta agenda simplesmente lista 19 investimentos (baseados em setores e mercado) e 38 datas para sua compra e venda, de forma que, alguém poderia transformar US$1000,00 em mais de US$178.000,00 em um período de 20 anos.

Nota do Editor: Sean Hyman Revela Sua Agenda neste Vídeo. Clique Aqui.

“Mas esta agenda é apenas parte de meu sistema de investimentos”, adiciona Hyman. “Eu também desenhei um Sistema de Alerta para Quebras que foi desenvolvido para avisar investidores antes de uma correção principal de rumo, também”.

(O Sistema De Alerta de Quebras foi programado por um dos responsáveis pelo código do sistema de padrões de vôo de mísseis nucleares na Guerra Fria, cuja precisão deveria ser o mais próxima de 100% possível).

Lyman explica que, se o mercado de ações começar a afundar, o Sistema de Alerta sinaliza um sinal para venda, avisando para que os investidores peguem seu dinheiro.

“Você poderia ter evitado completamente os colapsos de 2000 e 2008 se tivesse usado este sistema baseado em nossos testes anteriores”, explica Hyman. “Imagine quanto você teria se pudesse ter evitado aquelas corridas horríveis para venda”

Alguém pode achar que Hyman está muito auto-confiante, mas ele provou estar certo frente a milhões de pessoas, por várias vezes seguidas.

Em uma entrevista na Bloomberg em 2012, Hyman previu corretamente que as ações da Best Buy iriam cair abaixo de US$11 por opção, mas voltariam a US$40/opção nos próximos meses. As ações se comportaram exatamente como Hyman havia previsto.

Então, durante uma entrevista na Fox Business com Gerri Willis no começo de 2013, ele previu que o mercado iria sofrer uma alta de 15.000 pontos, apesar da corrida de vendas que estava assombrando os investidores. O mercado de ações quase que imediatamente se acertou e atingiu as previsões de Hyman.

“Muita gente acha que tenho sorte”, diz Hyman. “Mas não tem nada haver com sorte. Tem tudo haver com as algumas ferramentas que uso. Ferramentas como a agenda sigilosa de Wall Street e meu Sistema de Alerta de Quebras”.

Com mais incertezas financeiras do que nunca, milhares de pessoas tem procurado pelo direcionamento de Sean Hyman. Ele tem mais de 114.000 leitores em sua coluna mensal e seus vídeos de investimento tem milhões de visitas.

Em um vídeo recente, Hyman não apenas revela sua agenda de investimentos (‘The secret Wall Street Calendar), como também seu Sistema de Alerta para Quebras funciona, de maneira que qualquer um pode seguir suas instruções. (clique aqui para ver agora).

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janeiro 1, 2015 Posted by | artigo, Dinheiro, Investimento, Planejamento | , , , , | Deixe um comentário

As principais habilidades de TI para 2012


Fonte: TechRepublic
Por Toni Bowers
Traduzida e versionada por Paulino R. e Silva 

A última pesquisa da Computerworld indica as nove habilidades de TI que serão mais requisitadas em 2012.

 Quase 29% dos 353 executivos de TI que foram entrevistados pela pesquisa de projeção anual da Computerword disseram que planejam aumentar o pessoal de TI no próximo ano. (isto é 23% superior ao levantamento de 2010 e 20% superior à pesquisa de 2009).

Aqui estão as habilidades que os executivos irão procurar para as próximas contratações:

  • Programação e Desenvolvimento de Aplicações  61% planejam contratar estas habilidades nos próximos 12 meses, número 44% superior à avaliação de 2010. Isto cobre a gama de desenvolvimento de websites até, atualização de sistemas internos e reunião de necessidades de usuários móveis. 
  • Gerenciamento de Projetos (mas com uma observação)  – A observação é que não se procura apenas pessoas que podem supervisionar e monitorar projetos. Também são procurados profissionais que também possam identificar as necessidades dos usuários e traduzi-las para o pessoal de TI e para os cada vez mais populares Analistas de Negócios
  • Help Desk/ e o Suporte Tecnico a Sistemas Operacionais Móveis acrescentaram uma nova dimensão ao help desk e suporte técnico
  • Networking – Essa demanda está sendo abastecida parcialmente pela virtualização e projetos de computação em nuvem. A pesquisa também revelou que os executivos irão procurar pessoas com experiência em VMware e Citrix.
  • Business Intelligence ‘B.I’ – A Computerworld interpreta este aumento como uma mudança de foco, para redução de custos para investimento em TI, em muitas empresas. Seria muito bom se esta tendência tomasse outros caminhos.
  • Virtualização de Data-Centers e Clouding deverão estar atrás do aumento de necessidades por profissionais de TI com experiência em operações e integração de sistemas.
  • Web 2.0 – habilidades técnicas centradas em mídia social e derivados vão gerar demanda, com .Net, AJAX e PHP como chaves para as habilidades back-end e com HTML, XML, CSS, Flash e Javascript, dentre outras, para o front-end. 

  • Networking – Essa demanda está sendo abastecida parcialmente pela virtualização e projetos de computação em nuvem. A pesquisa também revelou que os executivos irão procurar pessoas com experiência em VMware e Citrix.
  • Segurança – Pelo menos para 32% dos entrevistados no questionário de 2010, a segurança constituiu a principal preocupação dos executivos de TI.
  • Telecomunicações – A pesquisa indica a demanda por pessoas com habilidades em telefonia IP, e para aqueles familiarizados com o sistema de call center Cisco IPCC.

Estatísticas Emprego e Oportunidades

outubro 27, 2011 Posted by | Dicas, Planejamento | , | 1 Comentário

COMO DESENHAR FLUXOGRAMAS DE PROCESSOS DE NEGÓCIO – 1 Parte – Introducao Conceitos e Modelos


Fonte: Aghatha Maxi Consulting


Parte 1 – Introdução, Conceitos e Modelos.



Como desenhar fluxograma de processos de negócio – parte 1 – Introdução, Conceitos e Modelos.

Muitas vezes nos deparamos com a dificuldade que os responsáveis pelos processos nas organizações têm ao demonstra-los graficamente.

Com o objetivo de auxiliar os colegas nesta atividade vamos descrever neste artigo um método simples, mas que ao mesmo tempo é bastante útil e prático.

Vamos utilizar na confecção deste artigo, fluxos e gráficos desenhados com o uso do VISIO da Microsoft, no entanto o leitor poderá fazer uso de qualquer outra ferramenta disponível no mercado, inclusive ferramentas livres.

O nosso objetivo aqui não é avaliar esta ou aquela ferramenta, ou determinar se uma ferramenta é melhor que a outra, ou ainda a possibilidade de utilização de outros modelos e formatos para a documentação de processos.

O nosso objetivo é descrever um método que o leitor possa aprender facilmente e aplicar na documentação de seus processos.

1 – Introdução ao estudo de processos

Antes de abordar a técnica a ser utilizada no desenho propriamente dito dos processos é necessário que o nosso leitor tenha o entendimento dos princípios básicos dos processos, para isto vamos abordar os tópicos principais e neste sentido nivelar os conhecimentos.

1.1 – Componentes Básicos dos Processos

Por definição, um “Processo” deve possuir um conjunto de componentes básicos para ser considerado um processo, são eles: Componente de “entrada”, com base neste componente é realizado as atividades de “processamento”, e como resultado deverá produzir uma “saída” qualquer.



1.2 – Controle de qualidade entre os Componentes do Processo

Como qualquer atividade destinada a produzir algo, o processo requer a realização de atividades de controle para assegurar a sua qualidade e que deverá ser aplicada em cada um dos seus componentes (Entrada-Processamento-Saída). Agindo desta forma estaremos evitando comunicação de eventuais erros ou falhas entre os elementos que compõem o processo, dentro do universo compreendido pelo próprio processo.

Traduzindo isto de uma forma mais clara:



1.3 – Controle de qualidade entre Processos

No entanto, um processo não é um elemento absoluto e restrito a si próprio, possivelmente em algum momento dependerá de outros processos para ser “alimentado” e possivelmente, após a execução de seu próprio processamento, passará a “alimentar” outro processo através do seu “produto” e assim sucessivamente.

Diante disto, é uma boa prática considerar ações de controle de qualidade também entre processos, e com isto garantir a qualidade e a integração entre os mesmos, ou seja, é importante assegurar que o “produto” gerado por um “processo fornecedor” seja validado por ele mesmo antes de ser comunicado ao seu “Processo Cliente”.

Traduzindo isto de uma forma mais clara:



Em tese, quando agimos desta forma, o “Processo Executor” não teria necessidade de validar os seus “insumos” no momento de proceder o recebimento de sua “entrada”, uma vez que isto deveria ter ocorrido previamente no “Processo fornecedor”, pouco antes do mesmo proceder a liberação de “saída”.

No entanto,

Se verificarmos a qualidade apenas uma única vez, estamos sujeitos à possiilidade de ocorrência de alguma falha na saída do “Processo fornecedor” e nem sempre a “Qualidade declarada” na saída de um processo, atenderá plenamente os requisitos de qualidade necessários para atender a “entrada” no processo seguinte.

Exemplo Prático: Experimente executar o ciclo de vida de um projeto de desenvolvimento de sistemas, onde cada etapa do ciclo pode ser comparada a um processo. Quando não realizamos estas verificações de entrada e saída em cada uma das etapas do processo de produção do sistema, o grau de variação do produto resultante será um fatorial das taxas de erro ocorridas em cada etapa, (O Resultado será medido pela multiplicação das taxas de erro existentes em cada etapa, pelas taxas de erro das etapas seguintes, e assim sucessivamente), esta é a explicação matemática de possíveis distanciamentos entre o “requisito original do negócio” e o “resultado do produto do projeto”, note que antes de mais nada uma Metodologia é um Processo e pode-se utilizar este conceito na formulação do controle de qualidade na formatação de etapas ou fases de uma MDS.

Traduzindo isto de uma forma mais clara:



Uma vez entendido estes componentes e os critérios básicos de revisão de qualidade e integração entre os componentes de um processo e entre processos fornecedores e processos clientes, retornaremos ao nosso objetivo inicial, que é demonstrar graficamente os processos de negócio através de fluxogramas.

2 – Padrão de Simbologia

Existem diversos padrões de símbolos possíveis para desenhar fluxogramas de processos, e inclusive padrões destinados a especificações e desenho técnico de software, modelos de dados e tantos outros. Vamos adotar aqui um modelo bastante simples e composto por um número reduzido de símbolos, mas que são suficientes para demonstrar um processo de negócio através de um fluxograma.

São eles:



3 – O Modelo de Estrutura do Fluxograma do Processo.

Existem diversos formas possíveis de estruturar um fluxograma de processo, a mais indicada para mapear processo é a denominada (CROSS-FUNCTIONAL), o que poderia ser traduzido mais ou menos como “fluxograma cruzado entre funções”.

Neste formato, o fluxograma possibilita a inclusão de informações adicionais, além da sequencia de atividades proporcionada pelo encadeamento dos símbolos, e é possível segmentar o desenho do processo em “setores/celulas” como se fossem uma matriz, sendo inseridos nas linhas os Atores ou funções responsáveis pela execução das Atividades e nas Colunas as etapas existentes em um determinado processo.

Veja como ficaria o desenho de um processo seguindo a estrutura Cross-Functional na visão Horizontal:



O mesmo Processo, seguindo a visão Cross-Functional na visão Vertical:



E ainda, o mesmo processo utilizando-se a forma Livre normalmente utilizada. Note que as informações adicionais presentes nas duas opções anteriores fazem de fato a diferença no entendimento do processo.



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See the article content in English here:

http://aghatha.wordpress.com/2011/07/29/how-to-draw-business-process-flowchart-part-1-of-3-%e2%80%93-introduction-concepts/

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Artigos Relacionados:

Parte 2 – Levantamento, Analise e Desenho Fluxograma (Instruções Passo-a-Passo para Desenhar um Fluxo).

No próximo Artigo (Parte 2), trataremos as técnicas a serem utilizadas durante as Entrevistas para levantamento de informações dos processos a serem desenhados e alguns exemplos de como devemos organizar e preparar o conteúdo das informações obtidas no levantado para facilitar a confecção do respectivo fluxograma. Próximo Artigo : COMO DESENHAR FLUXOGRAMAS DE PROCESSOS DE NEGÓCIO – Parte 2 – Levantamento, Analise e Desenho do Processo de Negócio.

Parte 3 – Levantamento, Analise de Capacidade e Carga de Processos (Saiba como Calcular Esforço, Tempo e Custos)

Artigos Relacionados e as continuações do conteúdo deste artigo:

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Declaração e Preservação de Direitos:

Todas as demais marcas, modelos, desenhos, nomes, incluindo o conteúdo integral deste artigo, são de propriedade de seus respectivos fabricantes, autores ou publicadores.

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Direitos de uso comerciais deste artigo são preservados e mantidos em nome exclusivo do autor e o leitor não está autorizado a utiliza-los, de forma integral ou parcial para usos e fins comercias e/ou em atividades que visem à obtenção de lucro ou benefício comercial próprio ou a terceiros.

Para a confecção deste artigo foram citadas e/ou utilizados os seguintes nomes, marcas e publicações:

– Fim Declarações de Direitos de Copyright —

– Fim Artigo


setembro 1, 2011 Posted by | Dicas, Gerenciamento, Projetos | 3 Comentários

Balanced Scorecard. O que não é medido não é gerenciado.


fonte: TI Especialistas

“O que não é medido não é gerenciado”, já diziam Robert Kaplan e David Norton, autores da metodologia BSC Balanced Scorecard. Essa metodologia revolucionou o modelo de gestão estratégica. Baseada em Indicadores, com 4 perspectivas bem elaboradas e convergentes levou grandes organizações a mensurar seus KPIs (Key Perfomance Indicator).

Estamos na era da Informação, tida também como a pós-modernidade. Desde meados 1990 quando Kaplan e Norton desenvolveram o BSC tivemos grandes avanços em ambientes corporativos, onde estabelecer metas apenas não era suficiente para alcançar os objetivos. Havia uma lacuna que não era preenchida, faltava mensurar, medir e então gerenciar.

Sabemos que gerenciar envolve habilidades que requer conhecer do seu negócio, com base em sua estratégia, com uma gestão da informação bem focada em cumprir aquilo que foi planejado e realizar a sua missão e visão empresarial.

Sendo assim, não há como gerenciar sem estabelecer relações de causa e efeito da sua empresa. Com o BSC a empresa pode não apenas medir, mas também provar se a estratégia traçada foi ou está sendo cumprida e se as “rodas do trem” estão nos trilhos certos.

Vejamos esse gráfico representativo do BSC:

Fonte: Modelo das Perspectivas baseado em “Kaplan e Norton (A estratégia em ação. p. 10)”

As 4 perspectivas são intrinsicamente associadas à Estratégia Empresarial, que por sua vez se desdobra no Planejamento Estratégico.

Perspectiva Clientes: Proporciona uma qualificação para que o objetivo tenha resultado satisfatório em aspectos como: satisfação, fidelização, retenção, captação e lucratividade. Também pode ter foco na consolidação da marca no mercado.

Perspectiva Financeira: Promove alinhamento dos custos e receita. Foco em resultados financeiros propiciando aos acionistas uma visão de lucratividade.

Perspectiva Processos Internos: Proporciona mitigar riscos e possíveis desvios de workflow que prejudique a eficiência e a eficácia dos processos operacionais como: retrabalho, desperdício, perda dentre outros fatores. Pode-se utilizar de metodologias BPM ou PDCA para auxiliar na gestão de processos.

Perspectiva Aprendizado e Crescimento: Dentre as quatro essa é que se caracteriza por ser intangível, porém tem alto grau de importância no contexto organizacional. Tem como objetivo a formação e disseminação da cultura e do aprendizado interno da organização. Serve como termômetro para as outras três perspectivas do BSC.

Vejamos alguns exemplos práticos nesse modelo:

Fonte: Modelo Proposto Sadig BI

Não há, portanto como não alinhar seus objetivos à sua estratégia e com indicadores bem definidos que monitorem a performance de seus processos e ações. Sem uma cultura que proporcione essa maturidade e sem o envolvimento dos gestores não há como obter sucesso.

Logo abaixo cito alguns passos que podem contribuir para uma gestão de indicadores em BSC:

Outro ponto vital para que uma gestão de indicadores em BSC se consolide e tenha sucesso, e é de suma importância que toda a organização tenha conhecimento claro da estratégia traçada e dos objetivos a serem alcançados. Isso faz com que cada área se envolva ao plano empresarial e que todos possam falar a mesma língua com bases sustentáveis.

Se sua empresa já estabeleceu essa cultura e já tem sua estratégia com objetivos bem definidos, o que está esperando para iniciar um projeto de Balanced Scorecard?

É isso aí…

Abraços.
E até o próximo artigo…

Referências Bibliográficas:
KAPLAN, Robert S.; NORTON, David P. A Estratégia em Ação: Balanced Scorecard 4º ed. Rio de Janeiro : Campus,1997. 344p.


agosto 8, 2011 Posted by | Dicas, Gerenciamento, Planejamento, Projetos | Deixe um comentário

Incubator 2.0: A Silicon Valley Success Story


Font: fbfund Blog


A Silicon Valley Success Story (and a plug for StartupVisa.com)

Now that the fbFund REV social incubator program has wrapped up, i thought i’d post some slides from a talk i’ve been doing recently. The talk is about our experience at fbFund REV, and about incubator programs in general, as well as some lessons learned from what worked (& what didn’t).
We were very fortunate to have people speak at fbFund REV who’ve been involved in other successful incubators Paul Graham and Jessica Livingston ofY Combinator, and Brad Feld who works with David Cohen at TechStars. Along with our other mentors, i’d like to thank them personally for their leadership & guidance in helping us come up with best practices for REV that i believe led to our greater success. And best of luck to both YC & TechStars companies as well as fbFund REV!

At the end of the presentation i’ve also included some info on StartupVisa.com, and how important i think immigration is to the success of silicon valley (and the US, and the entire world). We had several fbFund companies with people from outside the US, including the “Greek geeks” atGameyola, folks from Kenya at Samasource, South Koreans at Funji, an Iraqi at Networked Blogs, and the Swiss/New Zealander team at WildFireApp. We also had invited a company called Cmune in Beijing to join our fbFund program, but unfortunately they weren’t able to attend. (i’m sure i’m forgetting several more too!)

Techcrunch Trends recently did a post about how startups are correlated with [legal] immigration, and i recently had the opportunity to spend time on our GeeksOnaPlane tour with Eric Diep, a young entrepreneur from Toronto who was the creator of the original Quizzes Facebook app. Eric is a Canadian citizen who’s faced a number of challenges in trying to get a visa to come to the US to run his startup business. At the end of the slides i appended a video interview of Eric Diep and Eric Ries, another successful tech entrepreneur. I believe they both make a compelling case for improving US policy on entrepreneur immigration, and i hope you’ll support our efforts by tweeting your support at 2Gov.org/visa.

With no further ado, here’s the presentation:



julho 31, 2011 Posted by | Dicas, Dinheiro, Financiamento, Investimento, Vídeo | Deixe um comentário

Qual a diferença entre investidor anjo, seed e venture capital? Qual a diferença entre investidor anjo, seed e venture capital?


Tungado doblog da BZPLan
Fonte: Revista Exame

Existem diversos estágios de venture capital – ou capital de risco – disponíveis para startups (empresas nascentes com alto grau de inovação e grande potencial de crescimento) brasileiras. Conheça os principais e avalie qual é mais adequado para o seu negócio. Respondido por Yuri Gitahy, especialista em startups à Revista Exame.

1) Angel money: os investidores-anjo procuram empresas nascentes, algumas até mesmo no campo das ideias. Eles normalmente investem entre R$ 50 mil até R$ 500 mil em startups próximas – de parentes, amigos, conhecidos ou na sua cidade – e tentam vender sua parte para investidores maiores.

2) Seed capital: é a primeira camada de investimento acima do investidor anjo, indo normalmente de R$ 500 mil a R$ 2 milhões no Brasil. Normalmente, para diluir seu risco e diversificar sua carteira, os investidores de capital semente montam fundos que captam de vários investidores, e assim conseguem aportar capital em mais empresas e maximizarem suas chances de acertarem em cheio. As empresas que eles procuram já possuem clientes, produtos definidos, mas ainda dependem de investimento para expandirem o consumo e se estabelecerem no mercado.

3) Venture capital: o termo VC vem dessa camada, e é normalmente usado para descrever todas as classes de investidores de risco. Mesmo assim, os fundos de venture capital brasileiros investem entre R$ 2 milhões e R$ 10 milhões em empresas que já faturam alguns milhões. Seu objetivo é ajudá-las a crescer e fazer uma grande operação de venda, fusão ou abertura de capital no futuro.

4) Private equity: fundos de private equity são responsáveis pelas operações de fusões e vendas em grandes empresas, que normalmente faturam mais que R$ 100 milhões anualmente. Nesse estágio, os investimentos envolvem quantias bem maiores que os R$ 10 milhões do VC, e por isso os investidores costumam trabalhar com empresas de capital aberto ou prestes a abrirem seu capital.

Quando um investidor se refere a uma startup “early stage”, ela provavelmente não tem um produto com receita e precisa de capital semente ou de anjos. Quando se fala “growth stage”, trata-se de uma empresa que já tem alguns milhões em receita mas precisa de capital para alavancar seu crescimento – ou seja, ela provavelmente irá procurar um venture capital.Se você está montando uma startup agora e pensa em abordar um investidor, lembre-se de focar em angels e nos fundos que trabalham com seed money. Essa informação está sempre presente no site do investidor ou mesmo nas notícias disponíveis sobre ele. Faça uma pesquisa bem feita.

Fonte: Revista Exame

Nota do Editor: Existem ainda sistemas de investimento colaborativo (CrowdFunding), que podem vir a ser uma excelente alternativa para uma grande variedade de projetos. Vale a pena dar uma olhada em http://www.ikelmart.com


junho 13, 2011 Posted by | Dicas, Dinheiro, Financiamento, Investimento, Projetos | 1 Comentário

Helping Women Entrepreneurs Get Angel Capital


Fonte: Small Business Trends

The relative difficulty that women entrepreneurs have in finding financing for their businesses has long been a topic of concern. Now a new project is aiming to improve women’s access to capital by mentoring and training women to become angel investors and eventually fund other women’s companies.

Pipeline Fund, a social venture fund founded by Natalia Oberti Noguera that invests in women-led for-profit social ventures, recently launched its Pipeline Fund Fellowship, the New York Times reports. The Pipeline Fund Fellowship will train women philanthropists to become angel investors through education, mentorship and practice.


The 10 women fellows will learn about due diligence, term sheets, valuations, board governance, and other aspects of evaluating a company for investment. They will each be matched with an experienced angel investor, including both men and women, to serve as a role model. Finally, they’ll apply what they learn to real life; at the end of the program, the entire group will select a women-owned social venture to receive a $50,000 investment.

Oberti Noguera, whose website describes her as dedicated to improving the visibility of female changemakers in the media, told the Times she launched the Fellowship to improve funding options for women and help address the lack of women in venture capital.

The 10 fellows (you can view the full list at the Pipeline website) come from a diverse range of industries. Each fellow pays $1,000 for the program and also commits to investing $5,000 toward the overall $50,000 investment in the chosen startup.

I think the low amount of capital needed to participate in the fellowship is one of its best features since it opens the program to women who might not otherwise participate. As women, too often we achieve success in business without fully understanding the details of finances. We leave it to someone else, or we’re shy about asking how certain elements of financing really work for fear of admitting our ignorance. And for many women, talking about money openly just “isn’t done.” (One fellow interviewed by the Times noted that, although women business owners often network and seek advice from each other, the one area they are still reluctant to discuss with each other is financing, raising capital and investing.)

Getting more women involved in angel capital can only be a good thing. One of the benefits of obtaining an angel investor is not just the money, but the experience and mentorship an angel can bring to your business. Angels typically have some experience in the industries they invest in, so their advice and guidance can be especially meaningful to an entrepreneur. If your angel is a woman who’s been through the same kinds of startup and growth challenges you have, so much the better. Angels who can relate to the women heading companies they invest in will be uniquely poised to help them grow.

Times author Adriana Gardella will be following the progress of the fellows as they go through the program.

– Posted using BlogPress from my iPad

Location:R. José Garib,Colombo,Brasil

abril 24, 2011 Posted by | Dicas, Projetos | | Deixe um comentário

Semana Global do Empreendedorismo em Curitiba/PR


Na próxima semana começa a Semana Global do Empreendedorismo, em Curitiba/PR.

O evento irá de 17 a 19 de novembro e está sendo organizado pela Incubadora de Empresas do ISAE/FGV.

Com diversas atividades e oportunidades de negócio, oportunidades de captação de investimentos e divulgação de produtos e serviços inovadores, é uma excelente oportunidade para os mais diversos segmentos de empresas.

O evento é aberto e tem vagas limitadas… Ainda dá tempo de fazer a inscrição e participar. Contatos através deste email. Abaixo o cartaz de divulgação do evento.


novembro 8, 2010 Posted by | Eventos, Notícias, Projetos | Deixe um comentário

Inscrições para o Prêmio Inovar vão até 13/11


fonte: FINEP

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Na segunda-feira (28/9) foi lançado, em São Paulo, o Prêmio Inovar, mais uma ação de estímulo à promoção da excelência na gestão de fundos de venture capital capitaneada pela FINEP. As inscrições estarão abertas até o dia 13 de novembro. “Reconhecer que o capital de risco é, hoje, uma realidade em franca ascensão e premiar os protagonistas desse processo são os nossos desafios”, disse Patricia Freitas, superintendente da Área de Investimentos da FINEP, na abertura do evento.

Estiveram presentes o diretor de Inovação da FINEP, Eduardo Costa, e representantes de instituições parceiras do Prêmio, como o presidente da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP), Luiz Eugênio Figueiredo, o especialista Setorial do Fundo Multilateral de Investimentos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID/FUMIN), Luciano Schweizer, e o diretor Adjunto da Unidade de Projetos Editorais do jornal Valor Econômico, Carlos Raices. O Prêmio conta, ainda, com o apoio institucional dos Investidores Parceiros Inovar e da revista Valor Financeiro.

São três as categorias: Governança, Equipe e Operação. Estão aptas a participar empresas gestoras de fundos, constituídos, no mínimo, há dois anos, segundo as instruções CVM 209 ou 391, e que sejam não-proprietários e não-exclusivos, ou seja, fundos que não possuam mais de 50% das cotas pertencentes a um único investidor, e que tenham em seu regulamento a obrigatoriedade de investir em mais de uma empresa. Os interessados devem responder a um formulário, disponível no seguinte endereço: http://www.finep.gov.br/premioinovar. As respostas deverão ser enviadas em um único arquivo no formato pdf para o e-mail premioinovar@finep.gov.br,  respeitando o limite de três megabytes por arquivo. 

As firmas gestoras poderão realizar mais de uma inscrição nas categorias Governança e Equipe para diferentes fundos em atividade, e na categoria Operação para diferentes operações de investimento e desinvestimento em uma empresa, realizadas por um mesmo fundo ou por fundos diversos. Em todos os casos, existe a necessidade de envio de arquivos individuais para cada inscrição. Em todos os casos, existe a necessidade de envio de arquivos individuais para cada inscrição.

A comissão organizadora do Prêmio INOVAR 2009  realizará  uma pré-qualificação  de todas as propostas inscritas, com caráter eliminatório. Nesta etapa, serão verificados o envio correto do arquivo e as respostas completas a todas as perguntas do questionário de inscrição, bem como o atendimento às condições de participação.

As propostas pré-qualificadas serão avaliadas nos dias 25 e 26 de novembro por uma comissão julgadora composta por dois representantes da FINEP, um representante de cada um dos Investidores Parceiros Inovar, um representante do Jornal Valor Econômico e dois representantes externos convidados, com ampla experiência na indústria de venture capital e private equity.

A cerimônia de lançamento foi encerrada com a participação do violonista Turíbio Santos, que executou canções clássicas e populares.

outubro 5, 2009 Posted by | Dicas, Dinheiro, Editais, Eventos, Financiamento | Deixe um comentário

EstaR eletrônico entra em votação em Curitiba


Fonte: Paraná OnLine
28/09/2009 às 00:00:00 – Atualizado em 28/09/2009 às 17:15:05

EstaR eletrônico entra em votação

Divulgação/CMC
Zé Maria: autor.

Está prevista para hoje a votação do projeto de lei que autoriza o
Executivo a instalar o EstaR (Estacionamento Regulamentado) eletrônico
controlado por telefone celular. A iniciativa é do vereador Zé Maria
(PPS). De acordo com a proposta, será possível o motorista ser avisado
pelo telefone que o horário do estacionamento em via pública está
vencendo e ao mesmo tempo dar comando para que seja renovado. Para ter
o controle destas operações, os agentes de trânsito e município deverão
ter “palm top”. O documento está na ordem do dia para votação em
primeiro turno hoje e em segundo, amanhã.

setembro 28, 2009 Posted by | Dicas, Notícias, Projetos | Deixe um comentário