Projetos

Gerenciamento de Projetos

BNDES vai reduzir juros do Programa Inovação PD&I


fonte:  ANPEI

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) reduzirá de 6% para 4,5% a taxa de juros cobrada das empresas que buscam recursos na linha voltada para projetos de inovação. Segundo Helena Veiga, assessora da diretoria do Banco, a mudança foi motivada pela redução da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), que após sucessivas quedas, chegou a 6,5% no fim do ano passado.

Além de juros de 4,5%, o BNDES continuará cobrando também a taxa de risco de crédito, que chega, no máximo, a 1,8% ao ano. Helena diz que o banco ainda não definiu uma data para a redução, mas enfatiza que ela será feita em breve, uma vez que o assunto já está em discussão há algum tempo na entidade.

Essa linha, lançada em fevereiro do ano passado, ainda não deslanchou. O banco tem um orçamento de R$ 1 bilhão para projetos divididos em duas vertentes: a “Inovação P, D & I”, voltada para propostas de inovação radical, ou seja, que propõe novos produtos e processos. E também a “Inovação: produção” para inovações incrementais, que sejam melhoras para processos já em andamento. Até agora, porém, apenas R$ 356 mil foram liberados – 0,35% do total. As aprovações, que indicam que mais dinheiro será liberado, são maiores e chegam a R$ 16,3 milhões, valor ainda muito aquém do potencial da linha anunciada há 15 meses.

O problema não está na oferta, mas sim na demanda pelo dinheiro, já que poucos pedidos de financiamento foram recebidos pelo banco. “As empresas inovadoras têm muita dificuldade para apresentar o projeto. Uma coisa é ela ter uma idéia inovadora. Outra é ver isso como um valor, escrever um projeto e nos mandar para pleitear financiamento”, explica a assessora do BNDES. Segundo ela, as empresas maiores buscam esses empréstimos, mas são poucas as propostas de pequenas e médias.

Com informações do Valor Econômico

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junho 27, 2007 Posted by | Dicas, Financiamento, Gerenciamento, Notícias, Projetos | Deixe um comentário

Em busca de novos investidores


Fonte: Paraná online
Rosângela Oliveira [23/06/2007]

Foto: Chuniti Kawamura

Anibal César: salas serão ponto de apoio.

O Bradesco inaugurou ontem em Curitiba a primeira sala de ações da Bradesco Corretora no Estado. A meta do banco é atingir 30 salas até o final do ano em todo País, dentro de um projeto ambicioso que está focado na ampliação dos investidores em ações. Na sala – que na capital paranaense está instalada na agência Monsenhor Celso -, os clientes têm à disposição, além da estrutura de equipamentos para comprar e vender ações, funcionários da corretora para orientar em todas as operações.

O diretor da Bradesco Corretora, Anibal César J. dos Santos, comenta que as salas terão a finalidade de servir como um ponto importante de apoio aos clientes que querem investir ou já estão investindo no mercado de capitais. Segundo ele, esse é um mercado que está em franca expansão, e o Bradesco está se estruturando para absorver a demanda. Atualmente 250 mil brasileiros aplicam em ações, contra um total de 84 milhões nos Estados Unidos. “Isso demonstra que existe um grande mercado em expansão”, ponderou.

Uma oportunidade que vem facilitando esse processo é a freqüente queda dos juros, que pode resultar em uma migração dos investidores tradicionais para a bolsa, principalmente pessoas físicas. Do total de 18 milhões de correntistas do banco, 78 mil formam a base da corretora – esse número, aliás, que não passava de 38 mil em 2005. O banco comemora também o volume de R$ 1 bilhão negociado em maio pela Bradesco Corretora. Foram 290 mil ordens, contra 200 mil do mês de abril.

O diretor comenta que a sala de ações de Curitiba é a primeira no Sul do Brasil, e que se soma com as salas de São Paulo e Fortaleza, que já estão em funcionamento. Estão programadas ainda a inauguração de outras unidades em Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, Rio de Janeiro e São José do Rio Preto. 

junho 23, 2007 Posted by | Notícias | 5 Comentários

Projetos de todo o Brasil podem ser inscritos. São R$ 75 mil em prêmios


Lançado no ano passado, o Premio Vivaleitura é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC), do Ministério da Cultura (MinC) e da Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). Maior do gênero no Brasil, o Vivaleitura premiará três projetos, nas categorias “bibliotecas públicas, privadas e comunitárias”; “escolas públicas e privadas”; e “sociedade: empresas, ONGs, pessoas físicas, universidades e instituições sociais”, com R$ 25 mil cada. No próximo dia 9 de julho, encerram-se as inscrições , que são gratuitas e podem ser feitas pelo endereço eletrônico www.premiovivaleitura.org.br, ou por via postal, como carta registrada endereçada a Prêmio Vivaleitura 2007 – Caixa Postal: 710377 – CEP: 03410-970 – São Paulo – SP.

junho 20, 2007 Posted by | Dicas, Editais, Eventos | Deixe um comentário

BRASIL OFFSHORE


As atividades offshore representam atualmente no Rio de Janeiro um dos maiores focos de investimento do Estado. A prospecção, refino e demais ramos ligados à exploração petrolífera são responsáveis pela geração de um sem-número de oportunidades de empregos e têm estimulado o crescimento e desenvolvimento de diversos municípios fluminenses.

Assim, por ser o Conselho Profissional da área tecnológica, responsável por grande parte de toda a mão-de-obra envolvida neste processo, o Crea-RJ entende que mais que participar da Feira Brasil Offshore é uma importante oportunidade de capacitar nossos profissionais e apoiar o incremento de tudo o que é relacionado a petróleo e gás em nosso Estado.

E uma fundamental contribuição para a área, será a realização, de 12 a 18 de agosto, no Rio de Janeiro, da 64ª Semana Oficial da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, evento máximo tecnológico no Brasil, onde profissionais de todos os Estados poderão discutir o que vem se produzindo de inovação no país. E você está convidado a integrar esta grande oportunidade!

Eng. Eletricista e de Seg. do Trabalho
Reynaldo Barros
Presidente do Crea-RJ

 


Programação do Estande Crea-RJ
19 a 22 Junho

Horário

19/06
terça-feira

20/06
quarta-feira

21/06
quinta-feira

22/06
sexta-feira

14h – 15h30

Vídeo Institucional 64ª SOEAA
Programas WebTv Crea-RJ

Vídeo Institucional 64ª SOEAA
Programas WebTv Crea-RJ

Vídeo Institucional 64ª SOEAA
Programas WebTv Crea-RJ

Vídeo Institucional 64ª SOEAA
Programas WebTv Crea-RJ

15h30 – 16h30

A Equipe de Projeto na
Cadeia do Petróleo e Gás Cláudio Quartaroli Especialista em Planejamento, Controle e Execução de Projetos

NR 10 Segurança em Instalações Elétricas em Alta Tensão Marcus Possi
Eng. Eletricista

Gerenciamento de Risco em empreendimentos Offshore Cláudio Quartaroli Especialista em Planejamento,
Controle e Execução de Projetos

Aplicação de Juntas de
Expansão em Offshore
Antonio R. B. de Moura
Engenheiro Químico Coordenador
de Negócios da DINATECNICA

16h30 – 17h30

Emissão Atmosférica de Gases
de Efeito Estufa na Indústria
do Petróleo
João Luiz Ponce
Eng. Químico e Mestre
em Eng. Ambiental

Gerenciamento de Projetos
Marcus Possi
Eng. Eletricista

Aplicação de Juntas de
Expansão em Offshore
Antonio R. B. de Moura
Engenheiro Químico Coordenador
de Negócios da DINATECNICA

Como obter um diferencial
competitivo em licitações
e concorrências
Jussara Lemos
Arquiteta e Urbanista Gestora
da Região Leste Descentralizada

17h30 – 18h30

A Equipe de Projeto na
Cadeia do Petróleo e Gás
Cláudio Quartaroli
Especialista em Planejamento,
Controle e Execução de Projetos

Polímeros para Recuperação
e Reforço nas Estruturas
Marcelo Iliescu
Eng. Civil

Gerenciamento de Risco em Empreendimentos Offshore Cláudio Quartaroli Especialista em Planejamento, Controle e Execução de Projetos

Vídeo Institucional 64ª SOEAA
Programas WebTv Crea-RJ

18h30 – 19h30

Emissão Atmosférica de Gases
de Efeito Estufa na Indústria
do Petróleo
João Luiz Ponce
Eng. Químico e Mestre
em Eng. Ambiental

Polímeros para Recuperação
e Reforço nas Estruturas
Marcelo Iliescu
Eng. Civil

Como obter um diferencial
competitivo em licitações
e concorrências
Jussara Lemos
Arquiteta e Urbanista Gestora
da Região Leste Descentralizada

 

Informações:
(21) 2179-2067 inscricaoprogredir@crea-rj.org.br – Progredir

Inscrições Gratuitas e serão realizadas somente no estande do Crea-RJ, localizado na Rua Q, nº 8, antes do início das palestras mediante a disponibilidade de vagas no local.

Os participantes receberão Certificado.

junho 20, 2007 Posted by | Dicas, Eventos | Deixe um comentário

Governo cobra dívidas da Lei de Informática – Valor econômico – 27/06/2005


Ricardo Balthazar

O ministério encaminhou à Receita Federal nas últimas semanas relatórios sobre 52 empresas cuja situação considera irregular, e avisou a todas que tomara essa providência. A Lei de Informática diz que as empresas beneficiadas perdem a vantagem e têm que devolver os incentivos recebidos se não realizarem todos os investimentos exigidos.

Nos cálculos do ministério, essas 52 companhias acumularam nos últimos oito anos uma dívida de R$ 501 milhões em investimentos não realizados. Há situações em que elas gastaram menos do que a lei mandava e casos mais complicados, em que despesas apresentadas pelas empresas não foram reconhecidas como investimentos em pesquisa e desenvolvimento pelo governo.

Os nomes das empresas são mantidos em segredo pelo ministério e pela Receita. Se, além de fazer os investimentos não realizados, elas fossem forçadas a devolver integralmente os incentivos que receberam no período analisado pelo ministério, essas indústrias teriam que recolher mais R$ 3 bilhões, o equivalente a 45% dos benefícios distribuídos pela lei nos últimos dez anos.

A iniciativa do ministério surpreendeu as empresas. Muitas vinham discutindo a situação com o governo e algumas tinham se comprometido a investir em novos projetos de pesquisa para limpar sua ficha e ficar livre das penalidades da legislação, segundo um ex-funcionário do governo que participou dessas negociações e executivos de três empresas beneficiadas pela lei.

Essas discussões foram interrompidas. “Fiz o que a lei manda fazer”, disse o secretário de Política de Informática do ministério, Marcelo Lopes, que assumiu o posto em março e decidiu endurecer com as empresas assim que chegou. “O que não podia era deixar que continuassem aquela brincadeira em que as empresas fingiam que faziam pesquisa e o ministério fingia que cobrava.”

A Lei de Informática isenta do recolhimento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a venda de computadores, telefones celulares, equipamentos de telecomunicações e outras mercadorias. Multinacionais poderosas como a Dell, a Motorola, a Ericsson e a Siemens estão entre os principais beneficiários da lei.

As empresas são obrigadas a investir em pesquisas um porcentual do faturamento que varia com o tempo. Neste ano, elas terão que aplicar o equivalente a 4% da receita obtida na venda de produtos beneficiados pelos incentivos. A exigência é menor para indústrias pequenas ou localizadas nas regiões mais pobres.

Desde que a lei foi aprovada, em 1991, as empresas beneficiadas aplicaram R$ 4,6 bilhões em atividades de pesquisa e desenvolvimento, o equivalente a nove vezes o valor que o ministério está cobrando. Antes da chegada de Lopes, os funcionários que lidavam com o assunto preferiam negociar novos programas de pesquisa com as empresas em situação irregular do que obrigá-las a se entender com a Receita.

O Valor procurou várias empresas que recebem os benefícios da lei para discutir o problema, mas seus executivos só concordaram em falar do assunto em caráter informal. A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), que representa essas companhias nas discussões com o ministério, também não quis se manifestar oficialmente.

O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, informou a Lopes que não pode agir nos casos que recebeu porque são muito antigos. A legislação tributária diz que o fisco pode cobrar impostos dos contribuintes até cinco anos depois do momento em que deveriam ter sido pagos. Os casos apresentados pelo ministério ocorreram entre 1997 e 2000.

Lopes pretende insistir mesmo assim. Segundo ele, um parecer da assessoria jurídica do ministério sugere que o prazo para atuação da Receita deve ser contado a partir do momento em que os técnicos informaram às empresas que elas não haviam feito os investimentos exigidos, o que ocorreu bem mais tarde no caso dessa discussão. Procurada pelo Valor, a Receita não quis opinar.

Seja qual for a interpretação que prevalecer sobre o aspecto tributário do problema, as indústrias continuarão obrigadas a desembolsar o valor integral dos investimentos que não realizaram. Parte do dinheiro terá que ser depositada num fundo especial administrado pelo ministério. O resto poderá ser aplicado em novos projetos de pesquisa.

Em dezembro, quando a validade dos benefícios da Lei de Informática foi prorrogada até 2019, o Congresso autorizou o parcelamento das dívidas acumuladas pelas empresas até 2003. Elas terão 48 meses para pagar tudo e regularizar sua situação. Mas o decreto que deverá regulamentar essa e outras novidades introduzidas na lei ainda está em estudos no ministério.

Critérios para examinar projetos de pesquisa das empresas serão revistos

Está em discussão no governo uma ampla revisão do processo de avaliação dos projetos de pesquisa e desenvolvimento das empresas beneficiadas pela Lei de Informática. A idéia é adotar critérios mais rigorosos para examinar a qualidade dos investimentos realizados, simplificar alguns procedimentos burocráticos e acelerar a análise da papelada.

A Lei de Informática sofreu várias mudanças desde que foi aprovada, no início da década de 90. Parte da atual confusão tem origem em dispositivos que não estão mais em vigor. Nos primeiros anos da lei, as empresas podiam fazer os investimentos exigidos contratando centros de pesquisa sem nenhuma qualificação. Hoje em dia, apenas projetos feitos com institutos credenciados pelo governo são aceitos.

junho 20, 2007 Posted by | Notícias | Deixe um comentário

MP 252 e Política Industrial


Economista diz que incentivo para bens de capital beneficia só exportadores de insumos básicos; diretor da ABDI rebate

Janaína Simões

Os incentivos para o setor de bens de capital previstos na medida provisória 252, a “MP do Bem”, estão desvinculados dos preceitos da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE), elaborada pelo governo federal, aponta Roberto Vermulm, professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA/USP) e consultor da LCA Consultores. Segundo ele, a principal deficiência da medida consiste na concessão dos benefícios só para empresas que exportem 80% de sua receita bruta total de venda de bens e serviços. “A estrutura produtiva brasileira mostra que os setores que atingem esse nível de exportação são segmentos baseados em produtos de média-baixa e baixa intensidade tecnológica. Estamos falando, então, dos setores tradicionais em termos de estrutura industrial, que exportam produtos de menor valor agregado”, explica.

Como pesquisador, Vermulm estudou o setor de bens de capital. As empresas beneficiadas pela MP são companhias de áreas como siderurgia, metalurgia, celulose e papel, que exportam insumos básicos: minério de ferro, aço, alumínio primário, celulose. “Ao estabelecer esse porcentual de 80%, a MP disse que o País vai facilitar investimentos em setores que exploram a nossa natureza. Onde temos competitividade, no mundo, para exportar 80% da produção de uma planta senão em insumos básicos, produtos de baixa intensidade tecnológica, maduros?”, completa.

Vermulm comenta ainda que, dado esse patamar, será muito pequeno o número de empresas beneficiadas. “É interessante do ponto de vista da exportação, mas essa medida não contempla a PITCE porque esqueceu a dimensão tecnológica, a importância que tem a inovação no processo industrial”, critica.

Ele também questiona o motivo pelo qual a MP não condicionou os benefícios da lei a outros requisitos – por exemplo, a empresa ser inovadora. A isso, Mário Salerno, diretor de Desenvolvimento Industrial da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e um dos quadros do governo que conceberam a política industrial, responde que, do ponto de vista da Receita Federal, mecanismos como aquele proposto por Vermulm são pouco funcionais. “Inovação pode ser qualquer coisa e para analisar a contabilidade é preciso ver tudo preto no branco”, explica.

Salerno, que está para deixar a Diretoria de Estudos Setoriais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), reconhece que são poucas as empresas que exportam 80% da sua produção. Mas destaca que a MP induz as companhias a ampliar o esforço na busca pelo mercado externo. Ele diz ainda que o enfoque da medida é incentivar a exportação e a atração de investimentos. “Nosso trabalho no Ipea (Leia mais sobre a pesquisa) já mostrou que a vinculação entre exportação e inovação tecnológica de produto é altíssima. As empresas que inovam têm 16% de chance a mais de exportarem, então, indiretamente, uma coisa está puxando a outra com essa MP”, afirma.

O diretor da ABDI lembra que, infelizmente, o País enfrenta um problema fiscal e tem de conceder incentivos realistas, que possam ser usados, de fato, pelas empresas. “Vejo sob uma outra ótica: não tínhamos nenhum tipo de incentivo, agora temos, e acho positivo estarem reclamando por medidas mais fortes, porque pelo menos agora temos essas medidas. As empresas poderão constituir uma outra companhia para exportar, elas vão saber usar esses incentivos”, afirma. “Já temos uma série de incentivos para a inovação, a MP é apenas mais um deles para atrair para o Brasil empresas cujo foco seja exportar”, aponta.

Para Vermulm, contudo, a MP tem pouca utilidade na atração de novos investimentos. “Imaginar, por exemplo, que a gente vai ter uma planta de semicondutores, que terá de exportar 80%, 85% da sua produção por conta desse capítulo da MP é demais”, aponta. A atração de empresas semicondutoras e outras de alta tecnologia é uma das ações da PITCE. “Não é essa MP, sozinha, que vai atrair novos investimentos em produtos de alto conteúdo tecnológico”, complementa.

O economista da USP destaca ainda a semelhança dos dispositivos da medida com o antigo Programa Benefícios Fiscais à Exportação (Befiex), criado por Delfim Neto no começo dos anos 1970 e extinto pelo ex-presidente Fernando Collor. “O Befiex dizia que poderia importar bens de capital, insumo, matéria-prima, o que quiser, sem IPI e outros impostos, e independentemente de ter similar nacional ou não, desde que a empresa tivesse o compromisso de exportação de longo prazo, que eram dez anos”, lembra. A idéia era conseguir saldos positivos na balança comercial. Segundo Vermulm, o Befiex foi uma proposta da Ford adotada pelo governo brasileiro, e quase 60% dos benefícios concedidos pelo programa foram para a indústria automobilística. “É interessante baratear o investimento, mas essa MP está fazendo isso sem uma estratégia industrial e de desenvolvimento tecnológico e, nesse sentido, acho que é uma negação da política do próprio governo”, acrescenta.

As medidas beneficiam a produção nacional de bens de capital?

Do ponto de vista do incentivo à indústria de bens de capital nacional, a MP é neutra, de acordo com o economista da USP. Isso porque ela desonera bens de capital adquiridos aqui e no exterior, indistintamente. “Se olharmos as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), não poderia haver uma discriminação entre produtos importados e nacionais. Contudo, acho que o Brasil poderia fazer essa diferenciação e deixar a OMC brigar, o que só aconteceria se prejudicasse algum país”, diz. Para ele, o Brasil é tímido quando se trata de negociar com a organização. “E grande parte das empresas estrangeiras que exportariam para o Brasil já está aqui”, acrescenta. Por isso, poderiam passar a fabricar os produtos no País para ter os incentivos.

dica de Regina Maria Joppert Lopes

junho 20, 2007 Posted by | Editais, Notícias | Deixe um comentário

Feira apresentará inovações tecnológicas ao setor empresarial de Curitiba e Região Metropolitana


Produtos desenvolvidos por pequenas empresas buscam gerar grandes negócios durante evento que acontece nos dias 21 e 22 de junho

 

Apoiar o desenvolvimento de empreendimentos tecnológicos inovadores de pequenas empresas, dando suporte para a sua viabilização de forma efetiva e segura, é uma das responsabilidades das Incubadoras. Hoje, a capital do Estado agrega cinco Incubadoras, beneficiando cerca de 30 empresas filiadas, chamadas de Incubadas.
 

As Incubadoras têm um importante papel na geração de estágios, empregos e renda, porque oferecem perspectivas reais para centenas de pessoas e pequenos empresários que apresentam projetos originais com potencial para desenvolvê-los. Elas aceleraram o processo de criação das Incubadas, com elevado conteúdo tecnológico de seus produtos, processos e serviços, bem como pela utilização de modernos métodos de gestão. Posteriormente, realizam a divulgação desses serviços e produtos, gerando amplas possibilidades de negócios para a iniciativa privada.
 

Esse é o objetivo das Instituições gestoras de Incubadoras de Curitiba que realizam a FITEC – Feira de Inovação Tecnológica, que acontece nos dias 21 e 22 de junho, no Mezanino do SEBRAE/PR, quando irão promover a integração de suas empresas com o setor empresarial de Curitiba e da Região Metropolitana, apresentando tecnologia e inovação como ferramentas aliadas na grande competitividade do mercado e oferecendo possibilidades de grandes empreendimentos.
 

Durante a feira, com o propósito de fortalecer as empresas geradas nas Incubadoras e elevar o potencial de demanda do mercado, empresários inovadores em diversas áreas como saúde, meio ambiente, indústria têxtil, gestão, agroindústria, design, indústria madeireira e construção civil, estarão à disposição do setor empresarial, visando realizar parcerias em busca de um empreendimento de sucesso.
 

A FITEC é um evento idealizado pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (TECPAR), com a organização da INTEC e apoio do SEBRAE/PR. A feira terá a participação de empresas da Incubadora Tecnológica de Curitiba do Instituto de Tecnologia do Paraná – INTEC/TECPAR, do Núcleo de Empreendedorismo e Projetos Multidisciplinares da Universidade Federal do Paraná – NEMPS/UFPR, do Programa de Empreendedorismo e Inovação da Universidade Tecnológica do Paraná – PROEM/UTFPR, do Instituto de Engenharia do Paraná – I2EP/IEP e do Instituto Superior de Administração e Economia da Fundação Getúlio Vargas – ISAE/FGV. O evento envolve ainda a participação da Reparte (Rede de Incubadoras e Parques Tecnológicos). Mais informações podem ser obtidas pelos fones : (41) 3343-2500 e 9154-8134, no e-mail cidagouvea@gmail.com e no site www.sktv.com.br/fitec.

Serviço:

Evento: FITEC – Feira de Inovação Tecnológica de Curitiba

Data: Dias 21 e 22 de junho

Local: Sebrae/PR – Rua Caeté, 150 – Parolin

junho 13, 2007 Posted by | Dicas, Notícias, Projetos | 1 Comentário

Notes from Getting Things Done by David Allen


from minezone

  1. capture all the things that need to get done into a logical and trusted system outside of your head and off your mind
  2. disciplining yourself to make decisions about all the inputs you let into your life, so that you will always have a plan for next actions that you can implement or renegotiate at any moment

Outcomes & Actions

  1. describe in a single sentence the intended successful outcome for the problem or situation
  2. write down the very next physical action required to move the situation forward

Horizontal & Vertical Control (Get Things Off Your Mind and Get Them Done)

  1. horizontal maintains coherence across all activities in which you are involved
  2. vertical manages thinking up and down the track of individual topics and projects

Five Stages of Workflow (Horizontal)

  1. collect things that command our attention (anything personal or professional, big or little, that you think should be different than it currently is and that you have any level of internal commitment to changing)
    1. get it all out of your head
    2. minimize your collection buckets
      • physical in-basket
      • writing paper and pads
      • electronic note taking
      • auditory capture (answering machines, voicemail, dictating equipment)
      • email
    3. empty the buckets regularly
  2. process what they mean and what to do about them
    1. what is it?
    2. is it actionable? YES or NO
      • No
        1. trash
        2. incubate
          1. someday/maybe list
          2. tickler file (suspended or follow-on file; a 3D calendar)
            • 43 folders:
              • 31 Daily Files
              • 12 Monthly Files
              • Tomorrow’s Date at the front
        3. reference (reference should be information that can be easily referred to when needed)
      • Yes
        1. What is the next action?
          • do it
          • delegate it
          • defer it
          • Project (anything requiring more than one step to accomplish the desired outcome)
        2. actionable tracking
          1. list of projects
          2. storage or files for project plans and materials
          3. calendar (time specific actions [appointments], day specific actions, day specific information)
          4. list of reminders of next actions
          5. a list of reminders of things you’re waiting for (only review as often as they have to be in order to stop wondering about them)
  3. organize the results
  4. review the options
  5. do
    1. choosing actions in the moment
      1. context
      2. time available
      3. energy available
      4. priority

Weekly Review

  1. Loose Papers
    • business cards, receipts, etc. – put in in basket for processing
  2. Process Your Notes
  3. Previous Calendar Data
    • review for remaining action items, reference information, etc.
  4. Upcoming Calendar
  5. Empty Your Head
    • write down any new projects, action items, etc.
  6. Review “Projects” (and Larger Outcome) Lists
    • ensure that at least one kick-start action is in your system for each
  7. Review “Next Actions” Lists
    • Mark off completed actions & review for reminders of further action steps to capture
  8. Review “Waiting For” List
    • Records appropriate actions for any needed follow-up & check off received items
  9. Review Any Relevant Checklists
  10. Review “Someday/Maybe” List
    • Check for any projects that may have become active and transfer them to “Projects” & delete items no longer of interest
  11. Review “Pending” and Support Files
    • Browse through all work-in-progress support material to trigger new actions, completions, and waiting-fors

Models for Making Action Choices (The Three-fold Nature of Work)

  1. predefined
  2. work as it shows up
  3. defining work

Six Level Model for Reviewing Your Own Work

  1. current actions
  2. current projects
  3. areas of responsibility
  4. 1-2 year goals
  5. 3-5 year vision
  6. big picture view
  • projects: clearly defined outcomes and the next actions to move them towards closure
  • horizontal focus: reminders placed in a trusted system that is reviewed regularly
  • vertical focus: informal back of the envelope planning

Five Steps to Accomplish Any Task (Project Planning)

  1. defining purpose and principles
  2. outcome visioning
  3. brainstorming
  4. organizing
  5. identifying next actions

Five Phases of Natural Planning Techniques

  1. purpose / guiding principles (Why are we doing this?)
  2. mission / vision / goals / sucessful outcome (What would wild success look, sound, or feel like?)
  3. brainstorming (How would we accomplish it?)
    1. view the project from beyond the completion date
    2. envision wild success (suspend “Yeah, but. . .”)
    3. capture features, aspects, and qualities you imagine in place
  4. organizing (identify components, subcomponents, sequences, events, and/or priorities; what must occur and in what order? When do we do these things?)
  5. next actions (Where do we start?)

“If the project is off your mind, your planning is sufficient. If it’s still on your mind, keep applying the model until it’s clear.”

Critical Factor of Filing System

  • filing has to be instantaneous and easy
    • One Alpha System
      • consider A-Z organizing unless you need more specific filing
      • reduces number of place something isn’t
      • organize by topic, project, person, or company
    • specialized filing may be necessary if amount of reference material on one topic or project exceeds one file drawer.
  • get high quality mechanics and avoid hanging files
  • if you must use hanging files:
    • label files, not the hangers
    • use only one file folder per hanger
    • keep a big supply of plain hangers and new file folder in the front of the drawer
  • purge files once a year
  • encourage a dumpster day at work

Dealing with un-met agreements:

  1. lower standards
  2. do it
  3. renegotiate agreement

“What is the next action?”

“The better you get, the better you’d better get.”

SUMMARY

  1. keep everything out of your head
  2. decide actions and outcomes when things first emerge on your radar, instead of later
  3. regularly review and update the complete inventory of open loops of your life and work

Pick up anything around you that you’re wondering what to do with, and apply a simple set of formulae:

  • I don’t need or want it = trash
  • I still need to decide what this means to me = IN basket item
  • I might need to know this information = reference
  • I use it = equipment and supplies
  • I like to see it = decoration
  • When I could possibly move on it, I want to see the action as an option = next action reminder, reviewed when and where it could be done
  • I need to be reminded of this short-term outcome I’ve committed to = project list item, reviewed weekly
  • I need to have this when I focus on a project = support material
  • I might want to commit to this at any time in the future = Someday/maybe list item
  • I might want to commit to this on or after a specific time in the future = calendared or “tickled” item incubated for review on a specific future date
  • I want to achieve this “bigger” outcome = goals, objectives, visions that you review on some longer interval
  • It’s something someone else is doing that I care about = item on Waiting-For list, reviewed at least weekly
  • I need to consider it when I do certain recurring activities = item on a checklist
– from David Allen‘s Productivity Principles newsletter

See Also:

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junho 13, 2007 Posted by | Dicas, Gerenciamento, Planejamento | Deixe um comentário

Download of the Day: ThinkingRock (All platforms)


from lifehacker

https://i0.wp.com/lifehacker.com/assets/resources/2007/03/thinkingrock-thumb.png

Windows/Mac/Linux: Free personal organizer ThinkingRock helps you work David Allen’s Getting Things Done methodology to the letter right on your desktop.

Collect your thoughts, process them into projects, actions and reference and review your action lists by context and project. ThinkingRock isn’t the prettiest interface you’ll ever see, but it’s free, cross-platform, and is clearly developed by disciples of The David. The app also stores all its data in a transparent XML file for easy-peasy thumb drive access, which – in a cross-platform word – rocks. ThinkingRock is a free download, versions available for Mac, PC and Linux. Thanks, Tomu, John, Mike, Matthew and Jeff!

junho 13, 2007 Posted by | Dicas, Gerenciamento, Planejamento | Deixe um comentário

Inscrições para o Prêmio Vivaleitura 2007 terminam em 9 de julho


Falta pouco mais de um mês para o encerramento das inscrições para a edição 2007 do Prêmio Vivaleitura, uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC), Ministério da Cultura (MinC) e Organização dos Estados Ibero-americanos para Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). As inscrições podem ser feitas até o dia 9 de julho de 2007. A iniciativa é a maior premiação do país no reconhecimento às ações em prol da leitura. São R$ 75 mil para os vencedores, que serão conhecidos em outubro deste ano.

 

Dividido em três categorias de abrangência nacional, poderão concorrer ao prêmio instituições, órgãos e pessoas físicas. Os trabalhos podem ser inscritos em três categorias: (1) bibliotecas públicas, privadas e comunitárias; (2) escolas públicas e privadas; e (3) sociedade: empresas, ONGs, pessoas físicas, universidades e instituições sociais. Na categoria “Sociedade”, uma menção honrosa será atribuída a projetos de empresas.

 

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pela Internet (www.premiovivaleitura.org.br) ou via postal. Informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-7700987. Em sua primeira edição, em 2006, o Prêmio Vivaleitura recebeu 3.031 inscrições de todo o Brasil.

 

junho 6, 2007 Posted by | Dicas, Editais | Deixe um comentário