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STF suspende a nova regra no recolhimento do ICMS


No dia 17/02/2016, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu as novas regras de cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). A nova forma de recolhimento do ICMS (que estava em vigor desde o início de 2016) foi suspensa devido aos prejuízos causados aos pequenos negócios – especialmente ao e-commerce.

Até o fim do julgamento, as micro e pequenas empresas que vendem para fora de seus estados de origem voltam a pagar apenas o Simples Nacional em suas transações.

Para mais informações, consulte:
http://www.agenciasebrae.com.br/sites/asn/uf/NA/STF-suspende-decis%C3%A3o-do-Confaz-que-prejudicava-e%E2%80%93commerce

http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2016/02/stf-concede-liminar-que-suspende-mudanca-no-recolimento-do-icms.html

março 1, 2016 Posted by | Notícias, tendência de mercado | , , | Deixe um comentário

Crise faz empresas pisarem no freio em pesquisa e inovação


Fonte: Gazeta Do Povo

Crise faz empresas pisarem no freio em pesquisa e inovação
Com menor disposição para investir em novos produtos e processos, empresários perdem a chance de alavancar crescimento em tempos bicudos

A reação é quase automática: diante do aumento generalizado de custos de produção e da queda nas vendas, os cortes no orçamento das empresas serão justamente nas áreas em que os recursos aplicados são vistos como despesas e não investimento. Enquanto a pesquisa e o desenvolvimento não geram resultados, a inovação é que paga a conta.

INFOGRÁFICO: Registros de patentes caem e empresários reduzem intenção de inovar

Estímulo a startups pode ser uma saída
As pequenas empresas, em especial as de base tecnológica, podem ter um grande papel no estímulo à inovação brasileira. Criadas em modelos globais, elas trazem no DNA a característica fundamental de quem precisa aprimorar constantemente processos para alcançar melhores resultados, incluindo mercados internacionais.

“As startups estão inseridas em modelos globais e têm alto impacto no desenvolvimento econômico. São flexíveis e arrojadas ao buscar novos modelos de negócio. Fomentar essa atividade é uma forma de evitar a estagnação”, aposta Filipe Cassapo, do Centro de Inovação do Senai.

Reduzindo custos
Uma startup pode gerar soluções para novos processos que ajudam a reduzir custos e melhorar resultados de empresas convencionais. A Incorporato Tecnologia, especializada em automação industrial, oferece ferramentas para otimizar recursos de grandes empresas, permitindo que essas adquiram alguma forma de inovação, ao mesmo tempo em que desenvolve novas tecnologias para ampliar o portfólio.

“Temos sistemas eletrônicos de metrologia, para balanças e portarias industriais. É o que sustenta o negócio, enquanto a equipe desenvolve uma nova automação para residências”, explica o diretor comercial Vilmar Duarte.

A empresa foi beneficiada em um edital da Fundação Araucária e tem até o fim do ano para finalizar o projeto. Enquanto desenvolve o novo produto, a Incorporato ganha clientela com sistemas personalizados, onde mapeia áreas e troca de equipamentos para economia de energia, por exemplo. (APF)

Dados do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi) revelam que o número de depósito de patentes caiu 8,5% entre 2013 e 2014, quando considerados os pedidos feitos por residentes no Brasil. De maneira geral, a quantidade de novas patentes depositadas caiu 2,83% no período. Considerado um dos índices mais relevantes para a avaliação da inovação no país, a queda preocupa especialistas que acompanham o setor. “A decisão é desafiadora, pois o reflexo do corte é imediato, mas a consequência é no médio e longo prazo. Sem inovação, a empresa não melhora sua produtividade e resultados, pois não tem como diferenciar-se no mercado”, aponta o gerente do Centro de Inovação do Senai, Filipe Cassapo.

Quando optam por abrir mão de buscar novos processos ou lançar produtos, os gestores sucumbem ao reflexo negativo da economia em retração. A inovação é reduzida por causa da crise, quando é por ela que deveria ser estimulada como estratégia de competitividade. “São esses os momentos em que a ousadia e o pioneirismo são importantes. A inovação é a chave para debelar a crise”, lembra o professor Dálcio Roberto dos Reis, titular do doutorado em Administração da Universidade Positivo.

Linha de crédito
O BNDES lançou nesta segunda-feira (4) uma linha de crédito específica para investir em inovação. A taxa de juros será de acordo com o porte da empresa. No caso de micro, pequenas e médias, o custo será formado pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), hoje em 6%, mais 1,5%, além de 0,1% de intermediação financeira. Para empresas médias-grandes e grandes, o custo será a TJLP, mais 1,2%, e 0,5% de intermediação . O prazo máximo de financiamento será de 60 meses.

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O pouco apetite para inovar também aparece na Sondagem da Inovação, realizada a cada trimestre desde 2010 pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Pesquisa realizada em 400 empresas mostra que menos da metade (47,8%) apresentou um novo produto ou processo no quarto trimestre de 2014, praticamente o mesmo resultado do período anterior.

A disposição para virar o jogo também estava baixa antes de encerrar 2014: 54% declararam apostar em inovações no terceiro trimestre e chegando a 57,4% no último período, com planos de inovação para o início de 2015, revertendo a tendência negativa.

“Mesmo que o resultado efetivo seja menor do que a intenção no período seguinte, a taxa mostra alguma disposição para inovar. Por mais que a conjuntura adie os projetos, cedo ou tarde eles acabam realizados”, observa a diretora de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação da ABDI, Maria Luisa Campos Machado Leal.

Esforços
O desafio está em não deixar para muito mais tarde. O ajuste fiscal aplicado pelo governo federal prevê cortes em áreas sensíveis à inovação e o desempenho da Petrobras, responsável por 20% da geração de novas patentes no país, imersa em denúncias de corrupção e desvio de recursos, são aspectos sombrios do cenário no curto prazo.

Falta ainda aumentar esforços para reduzir a burocracia e facilitar o acesso ao crédito. Mas nem tudo está nas mãos do poder público. “É preciso mudar a cultura das empresas, algumas acomodadas e conservadoras, para a importância da inovação e essa é uma decisão que deve ser tomada pelos gestores. Ou buscam criar novos produtos, processos e modelos de negócio para expandir ou adotam a postura de acomodação e de retração”, diz Dálcio Reis.

Companhias fazem parcerias estratégicas para buscar resultados
Além de vender sua própria tecnologia a terceiros, as startups podem trabalhar de forma associada a outras empresas para projetos específicos do segmento de negócios. Esse modelo de inovação aberta também permite parcerias com centros de pesquisa e universidades, reduzindo custos e riscos.

A Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) apoia iniciativas entre empresas nascentes e líderes de mercado. Em 2014, desenvolveu um projeto com a 3M para identificação e fomento de projetos inovadores. Este ano, as empresas Natura e Samsung também investiram em parcerias semelhantes, de busca e incentivo a empreendimentos afinados com suas áreas de atuação. “Precisamos de iniciativas como essas para consolidar ainda mais esse modelo de desenvolvimento, que integra empresas de diferentes portes, e alavancar a inovação no Brasil”, diz a presidente da entidade, Franciele Procópio Garcia.

Exemplo
Com compromisso público de manter até 3% do faturamento líquido da empresa nos investimentos em inovação, a fabricante de cosméticos Natura chegou a 68% da receita de 2014 proveniente do lançamento de novos produtos. As parcerias abertas, realizadas desde 2003 em diferentes frentes – em associações com centros de pesquisas, pequenas empresas e programas com públicos interno e externo –, já respondem por mais da metade dos investimentos da empresa na área. “A campanha do Dia das Mães deste ano foi inspirada em um resultado do projeto Co-Criando Natura do ano passado, que envolve funcionários, vendedores e clientes”, explica a gerente de controle de redes de inovação, Luciana Hashiba.

Com o apoio da Anprotec, a empresa agora busca parceiros em empreendedores nascentes para desenvolvimento de diferentes tecnologias que respondam ao negócio da indústria. “A inovação aberta faz parte da estratégia da Natura. Isso garante lançamentos mais rápidos e maior agilidade no mercado”, diz. Entre 2012 e 2014, o número de novos produtos pulou de 104 para 239. No ano passado, a empresa investiu R$ 216 milhões em inovação. (APF)

maio 31, 2015 Posted by | Notícias, tendência de mercado | Deixe um comentário

HijackThis agora é software livre


Fonte: Notícias do Linux Blog

A Trend Micro publicou o código-fonte de sua ferramenta gratuita anti-malware, o HijackThis (HJT), no Sourceforge sob uma licença GPLv2, e diz que continuará mantendo o código original mas também incorporando modificações da comunidade.

Esta ferramenta baseada em Visual Basic escaneia o registro e arquivos de inicialização de PCs Windows por evidência de infecção por pestes maliciosas.

Baixe binário ou código-fonte em http://sourceforge.net/projects/hjt/
Mais na fonte: http://www.h-online.com/security/news/item/HijackThis-now-open-source-1437743.html

fevereiro 22, 2012 Posted by | artigo, Notícias | , , , | Deixe um comentário

Chicago fecha em baixa de 11 cents, por clima e novo relatório do USDA


Fonte: Boletim Trigo e Farinhas
atendimento@trigoefarinhas.com.br

 

A cotação de Mar/12 do trigo brando negociado no mercado futuro de Chicago fechou a $ 6.36,75 nesta terça-feira, em baixa de 11 cents/bushel, a meio caminho entre a mais alta, 13,50 cents acima e a mais baixa, 11,50 cents abaixo. O pregão começou mais alto, seguindo o fechamento mais alto do pregão noturno, mas notícias sobre chuvas nas áreas plantadas com trigo nos EUA e, principalmente, rumores de que a alta da última sexta-feira foi excessiva, inverteram a tendência altista. Também pesou muito sobre as decisões dos investidores os rumores no mercado de que o USDA Outlook Forum, que deverá sair nesta semana, poderá projetar números negativos para o trigo. Os fatores positivos do dia, como queda do dólar, alta do ouro, do petróleo e outras commodities, além da volta do frio sobre os campos de trigo da Europa e o bom volume das inspeções para exportações, que ficaram em 22,15 milhões de bushels, bem acima das expectativas do mercado e da média de 15,9 m/b necessária para se atingir os objetivos anuais do USDA limitaram as perdas.

No flanco externo a Algéria está licitando 120 mil toneladas de trigo industrializável, de qualquer origem. As autoridades dos respectivos países anunciaram que a Coréia do Sul comprou 35 mil toneladas da Austrália durante o fim de semana. No Cazaquistão, as autoridades anunciaram de que a produção de grãos (a maioria trigo) deverá ser de apenas 13-15 milhões de toneladas, contra 27 milhões do ano passado. Por outro lado, o Paquistão anunciou que poderá exportar 1,5 milhão de toneladas em 2012, depois de três anos de exportação zero.

O relatório seminal do COT sobre as posições líquidas indicou que os Não-Comerciais (Fundos e Especuladores) aumentaram para 50.614 seus contratos vendidos, cerca de 12.877 a mais do que a semana anterior,enquanto que o conjunto (Non-Commercial and Noreportable) atingiu 71.109 contratos, 12.625 a mais do que a semana anterior.
O volume do dia atingiu 121.987 contratos, contra 98.344 do dia anterior. O volume em aberto ficou em 458.667 contratos, -245 a menos do que o dia anterior.

fevereiro 22, 2012 Posted by | Notícias | , , | Deixe um comentário

Governo trabalha por ajustes em seis aspectos do Código Florestal


 

 (Fonte/ Agência Senado via  consultoriaflorestal.org)

O governo reconhece avanços no projeto de novo Código Florestal a partir das mudanças já aprovadas no Senado, mas ainda espera que sejam feitos ajustes antes da votação final do texto, conforme afirmou Bráulio Ferreira Dias, secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente.

Na opinião do secretário, pelo menos seis aspectos precisariam ser melhorados: incentivos econômicos para manutenção de florestas; parâmetros para a recuperação de mata ciliar; regramento para suspensão de multas por desmatamento ilegal; critérios para compensação florestal; estímulos para recuperação de área degradada; e normas para evitar incêndios florestais.

Quanto aos incentivos econômicos, Bráulio Dias pondera que o projeto de novo Código Florestal (PLC 30/2011) não pode avançar na identificação de fontes para a concessão dos benefícios, por ser essa uma prerrogativa do Executivo. No entanto, ele considera possível incluir no texto critérios para nortear a implementação de incentivos para os que cumprem a lei florestal.

– Seria injusto estabelecer mecanismos apenas para estimular a recuperação. Temos que estimular também todos aqueles que mantêm as florestas – disse.

Essa também é a opinião de José Carlos Carvalho, ex-ministro do Meio Ambiente e superintendente-geral da Fundação Amazônia Sustentável. Ele entende que o pagamento por serviços ambientais deve ser direcionado aos agricultores que protegerem as Áreas de Preservação Permanente (APP) e de reserva legal. Para o ex-ministro, os produtores interessados em recompor áreas desmatadas poderão se beneficiar de outros instrumentos, como condições favoráveis de crédito, por exemplo.

Recuperação de APP

Entre as expectativas do governo está um dos aspectos polêmicos do novo código: os parâmetros mínimos para recomposição de APPs ao longo dos rios. O substitutivo em exame no Senado já prevê obrigação de o proprietário que desmatou recompor pelo menos 15 metros de mata ciliar em rios com até dez metros de largura. No entanto, de acordo com Bráulio Dias, o governo quer incluir regras também para rios mais largos.

Nesse sentido, o presidente da CMA, senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), apresentou emenda propondo faixas de mata a serem recuperadas, em dimensões que variam conforme a largura dos rios. O parlamentar busca acordo entre os senadores para incluir a emenda no relatório sobre o projeto que o senador Jorge Viana (PT-AC) apresentará na CMA, onde o texto tramita neste momento.

O projeto já recebeu substitutivo do senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), aprovado nas Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), de Agricultura (CRA), e de Ciência e Tecnologia (CCT). Jorge Viana deverá apresentar amanhã o seu relatório na CMA e o texto deverá ser votado no dia 22, seguindo então para o Plenário.

Regularização de atividades em APPs

O governo também defende regras mais claras quanto aos aspectos práticos dos Programas de Regularização Ambiental (PRAs). Esses programas devem balizar as ações necessárias a tornar regulares as chamadas áreas consolidadas em APPs, ou seja aquelas em que foram desenvolvidas atividades agrícolas de maneira irregular ao longo dos anos. Conforme Bráulio Dias, a manutenção de áreas consolidadas não pode comprometer as funções ecológicas das APPs.

– Se perdermos o solo, a água, a biodiversidade, os recursos genéticos, e os polinizadores, a própria atividade agrícola se torna insustentável – alertou ele.

Já a preocupação de André Lima, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, e de Roberto Smeraldi, diretor da organização Amigos da Terra, é com o risco de a suspensão das multas com a criação dos PRA se traduzir em anistia. Para eles, o benefício deve estar atrelado ao compromisso de recomposição da vegetação.

André Lima lembra que legislação em vigor desde 1998 estabelece como crime a ocupação de APP, sendo incorreto regularizar de forma geral essas ocupações.

– A consolidação de uso de áreas abertas precisa ser restrita, principalmente em bacias hidrográficas que já estejam comprometidas – opinou.

Compensação

Quanto à possibilidade de compensação de área desmatada em propriedade fora do estado onde ocorreu o desmatamento, Bráulio Dias considera necessário o aprimoramento dos critérios para permitir a compra de nova área ou de cota de reserva florestal.

– Originalmente, a previsão era que isso fosse feito dentro da microbacia, mas constatou-se que seria muito restritivo. Mas também não se pode ampliar em demasia. A definição de critérios é essencial para que isso seja implementado de forma correta.

O secretário também defendeu a inclusão de estímulos à ampliação do uso de recursos florestais, à agregação de valor e à estruturação de mercados de produtos ou subprodutos florestais.

– A Floresta Amazônica, por exemplo, não será sustentável se continuar sendo exportadora de matéria prima. Temos que estimular a agregação de valor e gerar emprego e renda, valorizando a floresta e seu aproveitamento – afirmou.

 

novembro 16, 2011 Posted by | Notícias | , , , , , | Deixe um comentário

Semana Global do Empreendedorismo em Curitiba/PR


Na próxima semana começa a Semana Global do Empreendedorismo, em Curitiba/PR.

O evento irá de 17 a 19 de novembro e está sendo organizado pela Incubadora de Empresas do ISAE/FGV.

Com diversas atividades e oportunidades de negócio, oportunidades de captação de investimentos e divulgação de produtos e serviços inovadores, é uma excelente oportunidade para os mais diversos segmentos de empresas.

O evento é aberto e tem vagas limitadas… Ainda dá tempo de fazer a inscrição e participar. Contatos através deste email. Abaixo o cartaz de divulgação do evento.


novembro 8, 2010 Posted by | Eventos, Notícias, Projetos | Deixe um comentário

Empresas tiram da gaveta projetos milionários


Fonte: Agência Estado | Blog da Neoplace

Os setores exportadores estão desengavetando seus projetos bilionários de investimento. Mineradoras, siderúrgicas e fabricantes de papel e celulose vão gastar US$ 122 bilhões entre 2010 e 2013 para ampliar a produção, revela estudo inédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O valor está 50% acima dos US$ 81 bilhões que, em agosto de 2009, essas empresas previam investir entre 2009 e 2012. A crise global levou setores que exportam a maior parte da produção a adiar e até cancelar projetos de investimentos, que somavam o recorde de US$ 145 bilhões em agosto de 2008.

O Brasil se recuperou rápido da turbulência. No terceiro trimestre de 2009, empresas focadas no mercado interno voltavam a investir, mas as perspectivas eram negativas fora do País. Ainda persistem dúvidas, principalmente na Europa, mas o inicio da recuperação, puxada pelos países emergentes, garantiu fôlego novo aos exportadores.

“Na crise, exportadores reduziram a produção e chegaram a investir menos que o necessário para manter a fábrica funcionando bem. A ordem era fazer caixa para não depender de crédito”, diz o chefe do departamento econômico do BNDES, Fernando Puga. “Em meados de 2009, retomaram a produção. Este ano, todos os investimentos estão voltando com força.”

Preços em alta

O apetite da China sustenta os preços das commodities exportadas pelo Brasil. Os preços do minério de ferro foram reajustados em 100% – algo impensável poucos meses atrás. A tonelada de celulose chegou a US$ 770 em abril, bem acima dos US$ 540 de agosto de 2009, embora abaixo dos US$ 840 de antes da crise.

A Vale anunciou que vai investir US$ 12,9 bilhões este ano, o maior valor entre as mineradoras internacionais. A empresa tinha sido duramente atingida pela crise: reduziu os investimentos previstos para 2009 de US$ 14,2 bilhões para US$ 9 bilhões.

Segundo o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), os investimentos totais do setor, entre 2010 e 2014, chegarão a US$ 54 bilhões. No auge da crise, a previsão era de US$ 47 bilhões. “Antes acreditávamos que só retomaríamos o patamar pré-crise em 2012. Agora vai ocorrer em 2011”, disse o presidente do Ibram, Paulo Camilo.

O estudo do BNDES aponta que as perspectivas de investimento duplicaram no setor siderúrgico e triplicaram nas fábricas de papel e celulose desde a crise. As siderúrgicas vão aumentar a produção das atuais 42 milhões de toneladas para 77 milhões de toneladas até 2016, conforme o Instituto Aço Brasil.


maio 17, 2010 Posted by | Notícias | Deixe um comentário

EstaR eletrônico entra em votação em Curitiba


Fonte: Paraná OnLine
28/09/2009 às 00:00:00 – Atualizado em 28/09/2009 às 17:15:05

EstaR eletrônico entra em votação

Divulgação/CMC
Zé Maria: autor.

Está prevista para hoje a votação do projeto de lei que autoriza o
Executivo a instalar o EstaR (Estacionamento Regulamentado) eletrônico
controlado por telefone celular. A iniciativa é do vereador Zé Maria
(PPS). De acordo com a proposta, será possível o motorista ser avisado
pelo telefone que o horário do estacionamento em via pública está
vencendo e ao mesmo tempo dar comando para que seja renovado. Para ter
o controle destas operações, os agentes de trânsito e município deverão
ter “palm top”. O documento está na ordem do dia para votação em
primeiro turno hoje e em segundo, amanhã.

setembro 28, 2009 Posted by | Dicas, Notícias, Projetos | Deixe um comentário

A Nokia está chamando todos os inovadores


Um lembrete aos desenvolvedores de tecnologia em dispositivos móveis: A Nokia está chamando novamente todos os inovadores e criadores de conteúdo. Os ganhadores estarão concorrendo a prêmios que vão de US$10.000,00 a US$30.000,00, além de viagens, projeção e possibilidade de integrar o time de
desenvolvimento da própria Nokia.

As inscrições serão aceitas até 30 de junho de 2009, e os vencedores serão anunciados em setembro/2009. Existem 3 categorias principais, divididas da seguinte forma:

Maiores informações podem ser vistas no site do evento.

Vale a pena conferir os ganhadores de 2008, cujos três primeiros lugares foram os seguintes:

O primeiro lugar foi para um Chines que criou um joguinho de dança (bastante completo, com sensor de movimento, etc) para o Nokia S60.

O Segundo, que foi para um americano, é o  kReader Mobile uma espécie de text-to-reader portátil, onde basta apontar a câmera do celular para algum texto que o programa escaneia, reconhece e lê para você.

O terceiro foi para um sistema chamado Neuscreen da Tailândia. O programa permite que o Nokia N95, conectado a uma televisão, se transforme em uma especie de caneta ótica para apresentações, desenhos, etc.

https://i1.wp.com/www.callingallinnovators.com/images/calling_all_innovators_logo.jpg

março 26, 2009 Posted by | Dicas, Dinheiro, Editais, Eventos, Notícias | Deixe um comentário

V ERINGO – Encontro de Incubadoras do Centro Oeste


V ERINGO – Encontro Regional de Incubadoras do Centro-Oeste é um evento com características regionais que visa, principalmente, promover a integração e a troca de experiências entre gestores de incubadoras e empreendedores, bem como entre profissionais e instituições com interesse no setor.

O encontro está sendo organizado pelo SEBRAE e ocorrerá em Campo Grande/MS nos dias 12/13 e 14 de novembro de 2008. Maiores informações e inscrições no site do evento.

novembro 10, 2008 Posted by | Dicas, Editais, Notícias | Deixe um comentário