Projetos

Gerenciamento de Projetos

Map your ideas with bubbl.us


bubbl_us.png

Need a visual way to brainstorm your ideas? Try bubbl.us, a simple yet powerful mind mapping application.

The concept is pretty basic: you write your thoughts in bubbles, which you can then connect to other bubbles, eventually creating as complex (or not) diagram as you could possibly want. It’s a great way to quickly jot down and map your ideas; and you can create as many of these as you want. Got any other favorite mind-mapping apps you’d like to share? Let us know your thoughts in the comments. — Wendy Boswell

janeiro 29, 2007 Posted by | Dicas | 1 Comentário

More Buy-In For New Ideas and Innovation


from Businesspundit

30445072.jpg

If you have been in management for any length of time, you have probably seen a good idea fail because people just didn’t buy into it. There are lots of reasons that people don’t get on board with change, but there are very few techniques for effectively dealing with those people. Laurence Haughton is running a free webcast next week that is all about how to get buy-in for innovative ideas. He has spent a lot of time studying this stuff, but you don’t have to if you sign up for the course. It’s just an hour, and it will save you some management heartache down the road.

Register here.

janeiro 26, 2007 Posted by | Dicas, Dinheiro, Investimento, Planejamento, Projetos | Deixe um comentário

Free small-business podcasts from the SBA


sba.png

Many people dream of starting their own business, but few have the know-how to start a successful one. The Small Business Administration offers a selection of podcasts designed to teach you the basics.

The site currently hosts nine podcasts, with more planned for the future. Current topics include “Check List for Starting a Business,” “Selecting a Business That Fits” and “Financing a Small Business.” If you’d rather read than listen, the site also offers Word-formatted transcripts of the podcasts. However you choose to absorb the info, it’s decidedly worthwhile stuff for the budding entrepreneur. — Rick Broida

SBA Podcasts [U.S. Small Business Administration via Dumb Little Man]

janeiro 26, 2007 Posted by | Dicas, Gerenciamento, Planejamento, Projetos | Deixe um comentário

Venture capital sets record


from: The Tech Chronicles

It’s not exactly edge-of-your-seat time, since we forecast the record-setting news several times already, but venture capital in 2006 recorded the highest year since 2001 with 200 funds raising $28.5 billion, even though private equity fundraising slowed considerably in the fourth quarter, Thomson Financial and the National Venture Capital Association reported today.

During the fourth quarter, 37 venture capital funds raised a total of $2.8 billion, and 39 buyout and mezzanine funds raised $17.8 billion.

Mark Heesen, president of the National Venture Capital Association, said the fundraising dip was welcome because most firms are now focused on investing the funds they have raised in the last three years.

Interesting factoid: The $2.8 billion raised in the fourth quarter by venture capital firms was the lowest amount raised by the fewest number of funds in the past three years.

Venture capital funds raising the most money in the fourth quarter were Benchmark Europe III L.P. with $550 million, Granite Global Ventures III with $400 million and Sofinnova Venture Partners with $375 million. For all of 2006, the largest funds raised were Oak Investment Partners XII LP at nearly $2.6 billion, followed by New Enterprise Associates 12 LP at $2.5 billion and VantagePoint Venture Partners 2006 LP and Polaris Venture Partners V LP, both at $1 billion.

Buyout and mezzanine funds also slowed their pace, with 39 funds raising $17.8 billion in the fourth quarter. Still, the funds hit a fundraising high of $102.9 billion with 138 funds.

The largest buyout fund closing for year 2006 was TPG Partners V LP, which closed $14 billion, followed by Bain Capital Fund IX at $8 billion. The largest buyout fund raised for the quarter was GTCR Fund IX LP which closed nearly $2.8 billion. Some notable buyout funds closings were Hellman & Friedman Capital Partners VI with $2.7 billion and Green Equity Investors V closing with nearly $2 billion.

Posted By: Jessica Guynn (Email) | January 16 2007 at 10:34 AM

janeiro 22, 2007 Posted by | Dicas, Dinheiro, Financiamento, Investimento, Notícias | Deixe um comentário

Kids and the home office: how to make it work


man_with_baby.png

Web Worker Daily has a great article on how to make a home office work while dealing with the kinder.

As someone who works from home, I can tell you that it’s crazymaking quite a challenge to get work done AND be available for for your kids at (roughly) the same time; so this particular suggestion really resonated with me:

It may be your office, but if the kids are going to wander in, you’d better have something handy for them to do. Keep a toybox in one corner and let them stash some of their toys there, and encourage them to play quietly while you work (assuming that you’re not one of those people who needs absolute silence to stay productive).

I’ve done this – right next to my desk is a comfy couch and three full bookshelves stuffed silly with kids’ books. It’s a great way for them to be with me while I’m working (and quiet, btw). How about you – have any tips for mixing kids and home office successfully? Thoughts in the comments. — Wendy Boswell

How to Manage Kids in the Home Office [Web Worker Daily]

janeiro 20, 2007 Posted by | Dicas | Deixe um comentário

Natura lança programa para apoiar inovação tecnológica


A empresa Natura está lançando o Programa Natura Campus de Inovação Tecnológica 2007, com a proposta de investir em projetos de pesquisa desenvolvidos em instituições de ciência e tecnologia (ICTs), na aquisição de novas tecnologias e em projetos de pesquisa de mestrado e doutorado. A submissão de propostas é de fluxo contínuo.

Uma das vertentes do programa é o sistema de cooperação científica, que prevê parcerias entre a empresa e ICTs, com financiamento da Natura ou co-financiamento juntamente com os órgãos de apoio e fomento à pesquisa. A cooperação científica prevê aquisição de tecnologias já desenvolvidas pelas instituições, seja por meio de transferência de tecnologia mediante pagamento de taxas ou por meio do licenciamento de tecnologias já patenteadas.

A parceria será firmada a partir das seguintes áreas de interesse: modelos de impacto ambiental, medições de eficácia e performance de segurança e bem-estar, produção de insumos vegetais e manejo da biodiversidade, tecnologia de embalagem, óleos vegetais e derivados, óleos essenciais, fitoextratos, tecnologia de pele, tecnologia de cabelos, modificadores sensoriais e delivery system.

A Natura também vai trabalhar com pesquisadores que tenham interesse em desenvolver parte de suas pesquisas de mestrado e doutorado, oferecendo bolsas de estudos. Os projetos devem contemplar as seguintes áreas: impacto ambiental, genômica, novos materiais para embalagens, óleos essenciais, biotecnologia e metodologias de medicação de bem-estar. Para o segundo semestre deste ano, a empresa vai oferecer também bolsas de pós-doutorado.

Os pesquisadores que trabalharem em parceria com a empresa ainda vão concorrer ao Prêmio Natura de Inovação Tecnológica, que irá premiar o melhor projeto de pesquisa conduzido em parceria com ICTs e finalizado até julho de 2007.

Mais informações: www.natura.com.br

Fonte: Gestão C&T

VOLTAR AO ÍNDICE

janeiro 18, 2007 Posted by | Dicas, Editais, Financiamento, Investimento, Notícias, Projetos | 1 Comentário

A concorrência pública na parceria público-privada (PPP)


fonte: parana-online

Marcio Pestana [07/01/2007]

A Lei 11.079/04, que fixou as prescrições gerais atinentes à parceria público-privada (PPP), introduziu duas novas modalidades de concessão no âmbito dos serviços públicos: a concessão patrocinada e a administrativa. A concessão patrocinada é a modalidade de contratação da prestação de serviços públicos ou de obras públicas, a que se refere a Lei 8.987/95 (concessão comum), que envolve, adicionalmente à tarifa cobrada dos usuários, uma contraprestação pecuniária do parceiro público ao parceiro privado. A concessão administrativa, por seu turno, é a modalidade de contratação da prestação de serviços, da qual a Administração Pública seja a usuária direta ou indireta, ainda que envolva a execução de obra ou o fornecimento e instalação de bens.

De acordo com a aludida lei, a contratação de parceria público-privada será precedida de licitação na modalidade Concorrência. Para tanto estabeleceu um corpo de enunciados jurídicos prescritivos que, juntamente com muita das disposições anteriormente já instaladas nas Leis 8.666/93 e 8.987/95, conformam o conjunto de enunciados que permitem erigir normas jurídicas disciplinadoras do certame licitatório envolvendo as PPPs.

Examinando-se as extensas prescrições instaladas sobretudo no art. 10 da Lei em apreço, observam-se, fundamentalmente, cinco feixes de preocupação que merecem aqui referência, ainda que sumária, no tocante à fixação das condições precedentes à realização do certame licitatório envolvendo tal parceria: (a) os motivos que justificam a parceria, (b) os recursos financeiros envolvidos e suas repercussões, (c) a participação da sociedade civil na parceria, (d) o cuidado com o meio-ambiente e (e) a cautela com a disposição da coisa pública.

A formação de uma parceria entre um ente público e um ente privado somente terá lugar caso os fundamentos invocados para a sua implementação estejam, claramente, fixados por estudos técnicos específicos, os quais deverão consignar, com bastante nitidez, as razões pelas quais está, a Administração Pública, disposta a adotar tal modelo de empreendimento, ao invés de optar pela clássica forma de contratação referida no art. 37, XXI, da Constituição Federal, ou, mesmo, através de uma concessão comum. É inegável que a Administração Pública, ademais, transitará pelos domínios do que os administrativistas designam mérito administrativo, ou seja, o juízo de conveniência e de oportunidade da autoridade pública que, debruçando-se sobre coisas da realidade, obrigue-lhe a decidir, dentre as possibilidades que se apresentam, por aquela que é considerada a melhor opção para o caso concreto. O ponto central a ser expressamente consignado, tanto no estudo técnico, quanto na justificativa da autoridade para tanto competente, é deixar claro e inequivocamente demonstrado à sociedade que a parceria é, efetivamente, a melhor opção para o caso concreto. Assim, seja com ênfase econômica (necessidade de investimento de capital intenso), seja operacional (a expertise necessária) etc. é imprescindível serem claramente consignados os motivos que presidem a decisão de optar-se por este modelo de contratação, sob pena de, evidentemente, colocar-se em risco a própria iniciativa.

A Lei 11.079/04, por outro lado, é bastante cuidadosa no que tange à fixação dos limites, restrições e cautelas envolvendo os recursos financeiros. Nem poderia ser diferente. Colocando-se como um conjunto normativo ao lado de outros diplomas legais relevantes para a matéria (Lei de diretrizes orçamentárias, Plano Plurianual, Responsabilidade Fiscal etc.), tem, a lei em apreço, o inegável cuidado de procurar respeitar o mecanismo de controle dos gastos públicos que o Estado brasileiro vem, cuidadosamente, cinzelando ao longo das últimas décadas. Trata-se de um aspecto bastante crítico, pois sabe-se, à farta, que o Brasil, que já é carente de investimentos em praticamente todos os setores que dizem respeito aos serviços públicos, tem uma tendência, inegavelmente marcante, de querer gastar mais do que arrecada. E, quando se edita uma lei, como esta, introdutora das normas gerais da PPP, cria-se, ao menos potencialmente, um atrativo de gastos, pois o diferimento do custo, sabe-se, é sedutor para estimular-se o gasto desenfreado, razão pela qual a lei esmerou-se em estabelecer mecanismos restritivos e limitadores no que atina aos recursos públicos.

A Lei em apreço revela, ainda, a preocupação de contar com a participação de toda a sociedade no processo de sua implementação efetiva. Torna evidente a tendência marcante do Estado contemporâneo de, efetivamente, levar em conta as ponderações, sugestões e, mesmo, objeções de todos aqueles que, de alguma maneira, queiram interferir no modo de contratação em que o Estado é envolvido. Pode-se dizer que é um traço de contemporaneidade, inegavelmente estimulado cada vez mais pela translucidez das relações estado-indivíduo. No caso específico da PPP, abre-se a possibilidade da sociedade ativamente participar de consultas públicas que, necessariamente, precedem o inicio da fase de licitação da parceria, fazendo-se, inclusive, menção à possibilidade, procedimento-temporal, de sugestões serem apresentadas e serem apreciadas por aqueles responsáveis por tal encargo. A previsão legal em apreço merece aplausos, pois é sabido que, quanto mais ampla for a consulta, mais rico e refinado será o resultado a ser colhido, aprimorando, com isto, a própria qualidade da parceria então almejada.

Como se sabe, de acordo com a Constituição Federal, compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre proteção do meio ambiente e controle de poluição, assim como, em conjunto com os Municípios, proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer uma de suas formas. A Constituição Federal adverte, ainda, que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. Ora, como se pode observar do manuseio de alguns dos comandos constitucionais, há, no Brasil de hoje, indiscutível preocupação com o meio ambiente, e, inclusive, com a identificação nomeada dos personagens que nele interferem (referindo-nos, no ponto, às pessoas políticas de direito constitucional interno). Pois bem, a par da cautela com esta matéria, há, de outro lado, já no que atina às iniciativas empresariais, o objetivo de, respeitando-se as restrições de natureza ambiental, dar-se pronto curso ao empreendimento projetado. Em outras palavras, na iniciativa empresarial, o tempo é importantíssimo, mesmo porque é absolutamente incogitável a idéia de que o capital possa ficar parado. A aludida lei, também impressionada com as dificuldades de natureza ambiental enfrentadas por determinadas obras que permaneceram paralisadas durante longo período, como, v.g., a do Rodoanel, na Grande São Paulo, adota a procedente e apropriada cautela de exigir, ainda na fase inicial do processo de parceria almejada e que ainda terá largo curso, a obtenção de todas as autorizações ou, ao menos, diretrizes de natureza ambiental. Com isto, muito auxiliará para que obras, que venham a ser realizadas pela PPP, não sofram, ou, ao menos, tenham maior probabilidade de não sofrerem restrições de natureza ambiental, que possam procrastinar a sua realização ou, mesmo, constituir óbice intransponível, colocando em risco a própria parceria entre a entidade pública e a privada.

Finalmente, o estudo do direito público permanentemente nos sinaliza a importante presença do princípio da Indisponibilidade do interesse público. No ambiente das parcerias público-privada ele encontra-se referido com temperos manifestamente cuidadosos, que vão desde a fixação do termo inicial de aportes, pela entidade pública, após disponibilizado o serviço objeto da parceria (art. 7.º, da Lei 11.079/04), até estabelecer a restrição de que, nas concessões patrocinadas, em que mais de 70% da remuneração do parceiro privado seja paga pela Administração Pública, tal iniciativa dependa de autorização legislativa específica (Art. 10, § 3.º da Lei 11.079/04). O cuidado adotado pela lei é amplamente compreensível. Sendo o interesse público legitimamente considerado como pertencente à própria coletividade, nada mais natural do que restrições de monta a esse direito, necessariamente, provenham da própria sociedade, através dos mecanismos de representação e elaboração de leis, tal como concebidos pelos constituintes de 1988. A PPP, para ser absolutamente legítima e promissora, ou seja, representar os anseios e aspirações da sociedade e não conter vícios que possam prejudicar a sua efetiva implementação, trazendo embaraços e prejuízos aos parceiros e, conseqüentemente, à própria coletividade, exige redobrada atenção com a disposição acerca dos interesses e das coisas públicas.

Marcio Pestana é doutor e mestre em Direito do Estado, pela Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professor de Direito Administrativo na Faculdade de Direito, da Fundação Armando Alvares Penteado. Autor da obra “A Concorrência Pública na Parceria Publico-Privada (PPP)”, Ed. Atlas. marcio.pestana@pestanaemaudonnet.com.br

janeiro 7, 2007 Posted by | Notícias, Texto | Deixe um comentário

Manage money like a gambler


gambler.jpg

Personal-finance site Get Rich Slowly doles out a few money-management tips from a professional gambler. The upshot? Small things add up.

As a gambler, I would implement changes to my playing habits. Each alteration might only increase my payout by .05%, but each .05% pushed me closer to the promised land of 101%. When I understood this concept, I realized that life is the same way. Either your spending habits are building your wealth or bleeding it–just like gambling.

The author’s real-world examples aren’t exactly revolutionary–use the ATM monthly instead of weekly to save on fees, that kind of thing–but overall it’s an interesting read. While you’re at it, check out these financial-security tips from Dilbert creator Scott Adams. Photo by waffler. — Rick Broida

Manage Your Finances Like a Professional Gambler: Small Things Add Up [Get Rich Slowly]

janeiro 4, 2007 Posted by | Dicas, Dinheiro | Deixe um comentário

Small Business Funding Through Go Big Network


From: smbtrendwire / Anita Campbell Blog

Go Big Small Business FundingIf you are looking for funding for your startup business, or if you are an investor looking to find promising young businesses to invest in, then check out Go BIG Network’s Small Business Funding.

Wil Schroter, a successful Internet serial entrepreneur, and his team have created a site that brings together entrepreneurs who need funding, and investors with money to invest.

According to the site, here is how it works:

Members of Go BIG can either search profiles of other members and contact them or they can post a Request (like a classified ad) and let other members see what they are looking for. It’s pretty much that easy.

I have been experimenting off and on with Go BIG for a few months now. Once you set up an account, one of the things you can do is post a Request for funding. So let’s say you want to get an investment of $50,000 to expand your marketing and hire a sales representative. You would compose a Request, using the online form.

If you don’t want to post a specific Request — perhaps because for some reason you don’t want the world to know you are looking for funding — then you can search for a suitable investor. That way, you will be in charge. You can search for investors by specific criteria to make the task as efficient as possible. For instance, you can search by investment type, including angel investors, venture capital, private equity or investment banks. You also can limit your search to certain industries, or by dollar amount, or even by geographical area (since some investors only invest in businesses or ventures located in specific locations).

One of the features that caught my eye is the ability to research more information about an investor than the investor has included in its profile. Let’s say you search for an investor and zero in on a likely candidate. You can research the investor’s company background. Go BIG will actually go out and check a variety of public records and Internet sites, and retrieve information such as: corporation registrations; Better Business Bureau filings; U.S. and Canadian patent and trademark filings; general Google search results on the company; and more. This is a powerful service.

The site offers a lot more than simply bringing together startup entrepreneurs and investors. It also brings together those who are:

  • Service providers, with a product or service of interest to startup entrepreneurs — if you are willing to link back to Go BIG you can even get a free listing;
  • Job seekers looking for work in startups or small businesses — there’s even a “work for equity” category
  • Advisors seeking positions on Advisory Boards in young companies

My advice: go over to Go BIG Network’s Small Business Funding, and register for a free account. Explore it a bit. The site also offers paid membership levels, which will give you access to more features.

NOTE: This review is a paid review under the Review Me program. However, I was previously aware of the Go Big Network and had visited it a number of times, so it was easy for me to write this review.

Posted by Anita Campbell | | Permalink

janeiro 4, 2007 Posted by | Dinheiro, Financiamento, Investimento, Planejamento, Projetos | Deixe um comentário

Comprehensive 2007 Trend Map


fonte: rossdawsonblog

Given it’s festive season now, it’s probably time for a bit of fun. Nowandnext.com and Future Exploration Network have collaborated in producing a map of major trends for 2007 and beyond, across ten segments: society & culture, government & politics, work & business, media & communications, science & technology, food & drink, medicine & well-being, financial services, retail & leisure, and transport & automotive. Click on the map below to get the full pdf.

Trend_Blend_2007_map.jpg

Trend Blend 2007+ map

Inspired by the subway map for a well-known city, the map shows some of the major trends in each of these segments, as well as the key intersections between the trends. Have a browse through to see some of the more interesting trends in the landscape. And please don’t take it too seriously…

As with most of our content, this is released on a Attribution-ShareAlike Creative Commons license, so if you disagree with the trends we’ve chosen or think you can improve on the map, please take it and run with it!

Our clients will get a glossy pinup of the map, and if there’s enough demand we’ll release a T-shirt….

Fabulous festive season to all!

janeiro 4, 2007 Posted by | Dicas, Projetos, Texto | Deixe um comentário