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Será que me tornei workaholic?


Fonte: Blog Novos Planos
Autora : Rosemeire Zago.

Será que me tornei workaholic?

“O vício em trabalho pode ser atraente ao impedir a experiência das próprias emoções”.

O trabalho em excesso muitas vezes tem inconscientemente o intuito de não ter tempo para pensar. O vício em trabalho mantém muitas vezes as emoções dolorosas afastadas da consciência, ou seja, pode representar uma fuga das emoções mais profundas.

É como uma droga, onde são necessárias doses cada vez maiores para se alcançar os mesmos resultados e, como todas as drogas, não consegue mascarar a dor indefinidamente, ainda que a princípio ninguém assuma a presença de alguma dor.

Para muitos é um total absurdo sequer pensar que o trabalho excessivo possa ser um sinal de que esteja fugindo de algo. Não podemos negar as responsabilidades assumidas, as contas a serem pagas, a competição acirrada nos grandes centros comercias, mas tudo deve ter um equilíbrio. E quando a atenção está voltada muito mais para apenas uma área da vida é preciso reavaliar tudo.

Também não me refiro a uma fase da vida em que é preciso conciliar trabalho, faculdade, vida pessoal, onde a sobrecarga é inevitável, pois está em fase de preparação para uma vida.

O vício em trabalho pode ser atraente ao impedir a experiência das emoções. Um workaholic passa de um projeto a outro, ou até de um emprego para outro, sem nunca parar e analisar se é mesmo o que quer para si. A compulsividade é tão intensa tanto em um projeto, como em qualquer outro.

Pode atingir tanto homens como mulheres. Os homens em geral se afastam da família, esposa, namorada e filhos. Tudo que possa representar emoções ou entrar em contato com seus verdadeiros sentimentos. Ir para casa cedo e se deparar com uma mulher que irá cobrá-lo por sua ausência ou que quer conversar sobre a relação, poderá fazê-lo entrar em contato com o significado de manter o casamento, assunto o qual não quer falar. Afoga-se em trabalho, chega mais tarde para não ser confrontado e o círculo vicioso se mantém.

Se dentro de você algo lhe clama por ser mais feliz, pare de fugir, permita-se ter mais tempo para saber o que sente e por que sente. Perceba que sua vida pode ser muito mais do que se envolver em atividades de modo compulsivo. Quanto mais fugir, mais estará adiando esse momento.

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novembro 7, 2011 - Posted by | Dicas, Texto |

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